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Política

“O povo ganhou a sua primeira batalha contra a Reforma da Previdência”, diz Humberto Os parlamentares estão sentindo a pressão dos seus eleitores que não aceitam de jeito nenhum este projeto.

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A decisão do governo de Michel Temer (PMDB) de adiar a votação da Reforma da Previdência foi vista pelo líder da Oposição, Humberto Costa (PT), como um marco na luta contra o projeto. A expectativa inicial do governo era de votar a proposta até a próxima semana. No entanto, com a resistência de parlamentares, inclusive da base governista, de votar favorável à medida, o governo resolveu só colocar o projeto em plenário em fevereiro do ano que vem.

“O governo foi derrotado na tentativa de aprovar este ano a Reforma da Previdência. Isto mostra a importância da mobilização. Os parlamentares estão sentindo a pressão dos seus eleitores que não aceitam de jeito nenhum este projeto que, na prática, representa o fim da aposentadoria”, declarou Humberto.

Antes de anunciar oficialmente o adiamento da votação da reforma, lideranças de Temer se estranharam publicamente. Enquanto o líder do Governo no Senado, Romero Jucá, já falava desde a quarta-feira no adiamento da votação. Setores do governo tentaram adiar ao máximo a notícia.

“É um governo de patos e patetas que tem atuado para acabar com todos os direitos do povo brasileiro para manter os seus privilégios. Gente que diz prega corte de gastos com saúde e com educação, mas que torra bilhões para comprar votos de deputados. É gente que defende a reforma trabalhista para ‘modernizar as relações de trabalho’, mas que mantém as velhas práticas de inchar a máquina pública de cabos eleitorais. São pessoas que querem aumentar a idade mínima para ter acesso a Previdência, mas que, seguindo o próprio exemplo de Temer, se aposentam aos 53 anos”, disse.

Para o senador petista, apesar do adiamento da votação, ainda não há nada definido quanto à reforma da Previdência. “Ainda temos um longo caminho pela frente para derrotar de vez este projeto. Temos que manter numa mobilização permanente e cada um tem que fazer a sua parte pressionando os parlamentares. Só assim conseguiremos enterrar este projeto nefasto”, concluiu.

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Política

Bomba do Estadão explode no presidente do partido de Bolsonaro Luciano Bivar gastou R$ 250 mil de dinheiro público – o fundo eleitoral – numa gráfica para contratar uma empresa de seu filho.

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Os gastos de campanhas eleitorais não param de atormentar o presidente Jair Bolsonaro e seu partido, o PSL.
Já está armada uma crise no governo, com os ataques ao secretário-geral da presidência, Gustavo Bebianno, chamado de “mentiroso” por Carlos Bolsonaro e ameaçado de demissão.

O Estadão solta mais uma bomba – dessa vez contra o presidente do partido, Luciano Bivar.

Motivo: ele gastou R$ 250 mil de dinheiro público – o fundo eleitoral – numa gráfica para contratar uma empresa de seu filho.

Foi seu segundo maior gasto eleitoral.

Trecho da reportagem:

A contratação está na mira da Procuradoria Eleitoral de Pernambuco. Em parecer sobre a prestação de contas de Bivar, o procurador Francisco Machado Teixeira se posicionou pela aprovação com ressalvas das contas e citou a necessidade de se investigar o possível “desvio de finalidade” no gasto destinado à empresa do filho do deputado.

Por: Gilberto Dimenstein

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Brejo da Madre de Deus

Eleições 2020: Asfora assegura pré-candidatura e fala sobre polêmico áudio vazado em Brejo Na Rádio Polo, falou sobre essa possibilidade e fez duras críticas aos adversários Hilário Paulo e Dr. Edson, atual prefeito e secretário de saúde do município, respectivamente.

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Prefeito em Brejo da Madre de Deus em três oportunidades, Roberto Asfora (PSC), garante que será candidato mais uma vez, em 2020. Ele esteve na tarde desta sexta-feira (15), no programa Rádio Debate da Rádio Polo, onde falou sobre essa possibilidade e fez duras críticas aos adversários Hilário Paulo e Dr. Edson, atual prefeito e secretário de saúde do município, respectivamente.

Durante a participação, Asfora também respondeu sobre áudio polêmico dele, que acabou vazando. Na mensagem, ele afirma que ‘se não fosse candidato seria o filho Robertinho e ainda chama o ex-deputado federal, Bruno Araújo de bandido’.

De acordo com Asfora, o prefeito Hilário Paulo foi indicado em 2016 por Dr. Edson para disputa majoritária, pela ‘suposta facilidade de controle’ que o ex-prefeito teria.

“Colocou para ser ‘boneco’ dele (Dr. Edson)”, critica e acrescenta em outro momento que Hilário ‘não sabe o que é gestão, nem administração e tem sacrificado o município’. 

Ao ser questionado sobre ‘não dar espaço’ para outros integrantes da oposição, disse que ‘o povo decidirá’ em pesquisas qualitativas e quantitativas, que podem ser realizadas.

Conversa – O ex-prefeito afirmou que ainda não conversou com os outros pré-candidatos no campo oposicionista: Bolão, Josevaldo Lopes e Rubinho Nunes. No entanto, assegura que ainda tem tempo para isso.

Preparação –Roberto Asfora assegurou que nos bastidores políticos em Brejo, o nome do secretário Fraylan Mota, está sendo trabalhado para disputa eleitoral. “Hoje, se tivesse uma eleição, ele perderia feio. Mas, não dá para fazer uma previsão de eleição que acontece daqui há 18 meses”

Bandido? – Sobre trecho de áudio vazado em que faz pesadas críticas ao ex-deputado federal, Bruno Araújo (PSDB), o chamado de bandido, se mostra arrependido e diz que foi ‘em um momento de um problema jurídico sério, em que o próprio Bruno também teria falado que faria força para que Asfora perdesse o mandato’.

“Foi um arroubo meu, evidentemente, no privado para uma pessoa. Para mim se limita nisso e mais nada”, disse, acrescentando que respeita as instituições.

Confira a entrevista e o Programa desta sexta, na integra:

Blog do Ney Lima – Fotos: Janielson Santos.

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Notícias

Secretário diz que Bolsonaro aprovou idade mínima de 65 anos para homem e 62 para mulher Marinho destacou que esse foi um meio termo encontrado após uma discussão de quase duas horas entre a equipe econômica e o presidente, no Palácio da Alvorada

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O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, anunciou nesta quinta-feira (14) que o presidente Jair Bolsonaro “bateu o martelo” de que as idades mínimas de aposentadoria na proposta de reforma da Previdência serão de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, após um período de 12 anos de transição.

Marinho destacou que esse foi um meio termo encontrado após uma discussão de quase duas horas entre a equipe econômica e o presidente, no Palácio da Alvorada.

Bolsonaro queria uma idade mínima de 60 anos para mulheres e 65 anos para homens e uma transição mais longa. Já a equipe do ministro Paulo Guedes defendia idades mínimas iguais em 65 anos para ambos os gêneros e uma transição mais curta, de 10 anos. Segundo Marinho, os detalhes da proposta só serão divulgados na próxima quarta-feira, dia 20, quando o texto será finalmente enviado ao Congresso Nacional. No mesmo dia, o presidente Bolsonaro fará um pronunciamento à nação para explicar a proposta.

Antes disso, a proposta precisa passar por diferentes instâncias dentro do governo para verificar sua adequação jurídica e constitucionalidade. É por isso que o secretário especial informou que ainda pode haver alguma outra mudança na semana que vem, caso os órgãos jurídicos do governo apontem essa necessidade.

Marinho evitou cravar qual será o impacto obtido com a reforma que foi decidida por Bolsonaro. Quando questionado sobre a fala de Guedes de que a proposta precisaria garantir uma economia de R$ 1 trilhão, ele respondeu: “Se o ministro disse…”

O secretário especial fez questão de ressaltar que Bolsonaro vinha sendo atualizado constantemente das discussões em torno da proposta, a não ser o tempo em que ficou internado. A reunião desta quinta ocorre um dia após o presidente receber alta médica e retornar a Brasília.

NE10 Interior – Foto: José Cruz/Agência Brasil

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