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Política

Pré-candidato ao Senado pela REDE Antônio Souza recebe apoio do PTC Ele já conta com o apoio do PPL, PRP, PMN e PROS, além da Rede e do PTC.

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As adesões à pré-campanha de Antonio Souza (Rede) ao Senado não param. Nesta quinta-feira (24), foi a vez do PTC formalizar seu apoio ao pré-candidato. O anúncio foi feito durante a posse do novo diretório estadual do partido, no Recife; ato prestigiado pela classe política pernambucana e pelo presidente nacional da legenda, Daniel Tourinho. Antonio Souza é o único candidato majoritário em Pernambuco a agregar outras forças no seu futuro palanque. Ele já conta com o apoio do PPL, PRP, PMN e PROS, além da Rede e do PTC.

Participaram do evento ao lado de Antonio Souza, Daniel Tourinho e José Reginaldo, o Zé Bolacha, novo presidente estadual do PTC, nomes como o ex-prefeito do Recife, João Paulo (PCdoB), o deputado federal e presidente do PPS em Pernambuco, Daniel Coelho, a deputada estadual Roberta Arraes (PP), o dirigente estadual da Rede, Clécio Araújo, o representante nacional da sigla, Roberto Leandro, o pré-candidato a senador Pastor Jairinho (Rede), os presidentes estaduais Edna Costa (PPL) e Ernesto de Paula (PRP), além de ex-prefeitos, vereadores e lideranças políticas.

“A política é um instrumento de mudar a sociedade. É por isso que aceitei o convite da Rede para encampar esse projeto transformador. Recebemos esse apoio do PTC com muita alegria porque o partido abraçou as causas que estamos defendendo, a exemplo da implantação da Zona Franca do Semiárido. Estamos mobilizando toda a sociedade a empunhar essa bandeira, que será a salvação do povo nordestino. Estamos juntos com o PTC, PPL, PMN, PRP e PROS, apostando nesse projeto que trará desenvolvimento para Pernambuco. Acima de qualquer projeto pessoal, nosso objetivo é ajudar nosso estado”, destacou Antonio Souza.

Segundo Daniel Tourinho, o PTC não poderia está em melhores mãos em Pernambuco. “Nosso partido está muito bem representado aqui. Antonio, você será o senador de Pernambuco”, enalteceu. Zé Bolacha disse que o PTC estará aberto aos que quiserem contribuir para o crescimento da legenda. “Com a ajuda de Deus, nós conseguiremos”. Já a deputada estadual Roberta Arraes lembrou as raízes de Antonio. “Para mim, é muito satisfatório ver a sua história de êxito; de um sertanejo que representa todo o povo do Sertão. Nós somos fortes”, comentou.

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Belo Jardim

Unidade de atendimento móvel do TRE-PE chegará ao distrito de Água Fria, em Belo Jardim Região terá reforço do recadastramento obrigatório entre os dias 23 de setembro e 07 de outubro

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A unidade móvel do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco TRE-PE estará, entre os dias 23 de setembro a 07 de outubro, no distrito de Água Fria, localizado em Belo Jardim, para dar continuidade às ações do recadastramento biométrico obrigatório. Eleitores da região poderão ser atendidos diretamente, sem necessidade de agendamento.
O atendimento será realizado de segunda a sexta-feira das 8h:30 às 13h:30 na Escola Municipal Vereador Joaquim Medeiros, localizada na Rua Francisco Rufino, s/n. Ao todo, serão distribuídas 100 senhas diárias e os eleitores serão atendidos por ordem de chegada.
Todos os eleitores da região, inclusive os maiores de 70 anos e menores de 18 que desejam continuar votando, devem comparecer à unidade eleitoral, munido do documento de identificação oficial (com foto), comprovante de residência atual e o título de eleitor (se tiver).
Dos 60.789 mil eleitores de Belo Jardim (45ª Zona Eleitoral), 67,61% já foram biometrizados. A ida da unidade móvel ao distrito pretende facilitar o acesso do eleitor à Justiça Eleitoral, visando assegurar que toda a população esteja com a biometria cadastrada até o fim do prazo estabelecido e possa exercer livremente os seus direitos políticos.

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Política

Agassiz Almeida: Procuradores, respeitem os Direitos Humanos Agassiz Almeida, escritor, ativista dos Direitos Humanos, Promotor de Justiça aposentado, ex-deputado federal constituinte, professor da UFPB. Autor das obras: "500 anos do povo brasileiro"...

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Srs. Procuradores,

Norteado pelos objetivos de salvaguardar a nossa Instituição, assenta em sólidos postulados constitucionais e pelos quais lutei ao lado de uma plêiade de constituintes na Assembleia Nacional Constituinte (1986-1988), encaminhei aos senhores, no dia 14 de julho do corrente ano, mensagem sob o título “Carta Aberta aos Procuradores da Lava Jato”. Não recebi nenhuma resposta, apenas ouvi um rosnar de ameaças cujos ecos pareciam vir de algum covil de
malfeitores. No curso da vida, desde a minha juventude, caminhei à beira de abismos, e, logo cedo, a ditadura militar lançou contra mim a baba do ódio, arrastando-me ao cárcere. Os sóis dos cariris do Nordeste me temperaram para os embates do mundo, e aprendi a não temer a turba raivosa dos lunáticos.

Em todos os tempos, os algozes e lacaios se assemelham. Nos porões do Doi-Codi da ditadura militar se
ouviam gritos dos torturados. Hoje, lá no calabouço da Lava Jato, sabe-se apenas do soluço abafado dos
prisioneiros, muitos deles devastados pelo terror, como Palocci, fronteiriço a um psicopata. Cai sobre eles
a mordaça do autoritarismo togado. Que depoimento se extrai de farrapos humanos?

No regime fardado a violência se desencadeava nas caladas da noite com prisões, torturas e
desaparecimento de presos. Na ditadura paranoica, assiste-se a espetáculos midiáticos debaixo de
holofotes televisivos, durante os quais acusados são arrastados de suas residências e locais de trabalho. A
execração moral os condena sem julgamento. A prisão de Michel Temer retrata esse drama tragigrotesco.

Procuradores! Os senhores olharam sempre na glorificação dos seus egos, pouco importando as
consequências econômicas que esta doutrina satânica causou ao país, prejuízos em torno de 300 bilhões
de reais, afora milhões de desempregados. Na escalada da insensatez, as provas processuais se fizeram
instrumentos de suas ambições, a pisotear no devido processo legal. Que audácia! Tiveram por anos a
nação ajoelhada às suas vontades e as instituições, encurraladas. Bradavam: “Quem não apoiar a Lava
Jato, defende a corrupção”. O senador Delcídio do Amaral pagou caro por sua rebeldia. Na cruzada
judicante, lançavam-se no mesmo caldeirão delitos eleitorais e crimes de corrupção. Como epílogo do
devastador tsunami praticaram, à sombra da justiça, o crime de distorção das eleições presidenciais de
outubro de 2018. Que farsa! Está sendo desmascarada.

Atualmente, que vultos movem os cordéis do poder no país? Carregados de apetites primários e
despossuídos de uma mínima visão de mundo, eles são capazes de todos os caprichos, mesmo os mais
insensatos. Calígula, imperador romano, fez do seu cavalo Incitatus senador; no Brasil, Bolsonaro, o
falastrão, quer fazer embaixador nos EUA, um seu pimpolho, até há poucos anos, surfista em
Copacabana. Entre o grotesco e a truculência, o bufão do Planalto encarna estas anomalias: Nero, Idi
Amin Dada, Kadafi e Papa Doc. Eles se desandam na bestialidade e na ferocidade, e o do Brasil solta esta
Agassiz Almeida Promotor de Justiça – APO excrecência: “Brilhante Ustra, herói nacional”. Seu apego ao deboche o faz acolher qualquer infâmia. Charlie Chaplin, na sua obra “O grande ditador” disseca esses tipos.

Impactados pelo desatinado e raivoso dom Quixote que nos governa, a nação queda-se sem rumo numa
sombria conjuntura, e se vive num cenário surrealista, em que o país se isola do contexto mundial,
perdido entre o grotesco e o furor inconsequente, no meio do qual um troglodita congelou a sua mente
entre a Idade Média e a guerra fria. E nesta arena de saltimbancos ouve-se um eco imbecil, lá de Brasília:
“a mulher de Macron é mais velha do que a minha” (refere-se ao presidente da França). E nos solavancos
da marcha esquizofrênica ele se proclama vencedor das hordas vermelhas, e para tanto se investe de
demolidor de códigos e tratados internacionais. Numa viagem ao Japão, ao sobrevoar a China, um
pesadelo o sacode e ele grita: Sou o presidente dos Estados Unidos do Brasil e vou vencer a China. Por
estas travessuras, um fanatismo imbecilizado envolve o país aguçado por uma classe média, perdida na
sua capacidade de olhar o mundo e de analisar os fatos. Idiotizou-se.

Lembro esta lenda chinesa: um homem e um boi são tangidos para o matadouro. Ao final, ouve-se um
berro; do homem, a mudez.

Procuradores, reconheçam os seus atos ilegais. Descortinam-se o obscurantismo sobre o futuro da nação e
a estagnação do seu desenvolvimento quando a idiotia se apossa do poder e ri da inteligência, a estupidez
renega o legado das gerações passadas, o deboche rompe todos os limites da racionalidade, atingindo
líderes mundiais e até a zombar do rosto e da idade das mulheres, a agressividade violenta os mais
profundos sentimentos do ser humano revolvendo satanicamente a memória de entes queridos, a disparar
este absurdo: “O pai dele foi morto por seus próprios camaradas” (refere-se a Felipe Santa Cruz,
presidente da OAB nacional), esfarrapa-se a justiça num balcão de vis interesses, a investigação serena
cede espaço à trama criminosa dos senhores na Lava Jato, confluídos nestes fatos e vultos que se
agregaram em torno de um projeto político-econômico, a alçar à presidência um desatinado dom Quixote,
que empurra o país para um descaminho, cujo porvir se faz imprevisível. Saibam os senhores, se não
houver uma junção de forças para deter a incapacidade delirante direcionada por uma estratégia de
deboche e ferocidade que desconhece fronteiras, então o país caminhará para o imponderável e aí
ouviremos, já tardiamente, o desastrado do Planalto a rugir: “Depois de mim o dilúvio”. Este
egocentrismo vem de Luiz XV, rei da França.

Clamo como um indignado que o fardo dos anos não abateu: Onde se encontra a mobilização de entidades
que historicamente se levantavam em defesa dos direitos humanos, da ordem democrática, do direito e da
vida dos direitos? Embutidas no comodismo. Calam-se quando deviam falar: Barbosa Lima Sobrinho,
Sobral Pinto e Dom Helder Câmara soluçam nas suas tumbas.

Neste momento que atravessa o país, por que a ira de entidades corporativistas contra a lei de abuso de
autoridade, a decisão do STF na salvaguarda do devido processo legal (direito de defesa do acusado);
contra o direito constitucional da presunção da inocência até o trânsito em julgado de sentença penal? De
onde vêm esses ecos, pergunta um viandante? Dos truculentos da Lava Jato, que, à sombra do poder
afrontaram as leis e distorceram a sucessão presidencial de 2018, destruíram empresas nacionais e as
substituíram por norte-americanas. Saibam os senhores, quando o medíocre se investe no poder – vê-se na
história – ele se desanda em temerárias ações propiciando a formação de fanáticos seguidores, que se
fazem arautos dos novos tempos. Na política e na religião estes tipos se agigantam e proliferam. Por um
trabalho do jornalismo investigativo do site The Intercept Brasil, destampou-se um monturo de
iniquidades e ilegalidades. Em face deste cinismo que infesta o Brasil, relembro esta exortação de Cícero,
no Senado romano, há mais de dois mil anos: Quo usque tandem abutere, Bolsonaro, patientia
nostra? Procuradores! Foi para esse desastre nacional que os senhores e o justiceiro Moro arrastaram o
país?

Ao olharmos os personagens que a obra de Shakespeare fez desfilar, difícil é encontrar onde os cavaleiros
andantes de Curitiba se encarnam, talvez em Yago, Macbeth ou Brutus. Neste desencontrado país estes
tipos estão por aí a governar o povo brasileiro.

Os senhores irão responder perante o tribunal da História por estes crimes: o de lesa-pátria pela destruição
de empresas nacionais; e o de lesa-soberania popular, perpetrado com ilegalidade e maquiavelismo no
objetivo criminoso de fraudar o pleito da sucessão presidencial de 2018.

E nesta saraivada de crimes, inclusive o de induzir o STF a erro os senhores encarnam dupla
personalidade: Sob os holofotes televisivos se vestem de vestais do moralismo público, nos sótãos e
bastidores do poder judicante se movem como vilões e se dão as mãos em criminoso conluio, acusadores
e julgador. Que monstrengos processuais excretaram! Traumatiza a nação conviver com estas
excrecências.

Procuradores, a que respondem os senhores a essa avalanche de iniquidades que ensombreia o processo
condenatório do ex-presidente Lula, do qual cumpliciados com o justiceiro Moro, foram os carrascos de
uma câmara de gás que asfixiou o povo brasileiro. Nele se escancaram as vísceras de uma trama
criminosa e de uma justiça corporativista. Tenham a grandeza da humildade e reconheçam as suas culpas
e crimes. No afã de alcançar seus vis objetivos, e flagrados na urdidura criminosa, como agentes da
prestação jurisdicional, cinicamente berram: “Não reconhecemos estas provas ilegais”. Que desfaçatez! E
poderiam ser legais, se os farsantes são os próprios guardiões das leis e da legalidade?

Vozes poderosas de Émile Zola e Ruy Barbosa se levantaram em defesa de Dreyfus nos séculos XIX e
XX. E neste Brasil de apequenados por um oportunismo dominante, que vozes se erguem contra as
indignidades judicantes desabadas contra o nordestino de Caetés?

Em meio às chamas que incendiavam Roma, Nero tocava lira; em Brasília, enquanto a floresta amazônica
ardia em chamas, Bolsonaro debochava das ONGs e dos líderes mundiais.

A Lava Jato sangra a justiça coonestada pelos tribunais

Procuradores, basta! Investidos nas funções de fiscais da Lei, os senhores se desandaram na ilegalidade
dominados por excitante inebriês a que a voragem dos aplausos públicos os alçou. No curso dos anos, lá
por 2017, começaram a se antever circunstâncias e acontecimentos incompatíveis com a responsabilidade
das funções investigativas. Num certo dia, há poucos meses, eclode como um furacão, atingindo em cheio
as consciências livres da nação, um jato de dejetos, tendo como epicentro os porões e bastidores da Lava
Jato, em Curitiba, no qual se misturavam numa organização de pilantragem atos judiciais ilegais em que
se mancomunavam acusadores fiscais da lei e julgador. Veículos de comunicação no país e no mundo
estamparam a face cruel e cretina de uma operação que devastou o país com nefastos crimes de lesasoberania popular e de lesa-pátria tripudiando na ordem democrática, instrumentalizada num balcão de
vis interesses.

Procuradores! Os senhores, face ao torvelinho de atos de iniquidades que os envolve, lançam mão deste
instrumento: o cinismo. Há poucos dias, o STF, rompendo o encurralamento de suas conveniências, já
tardiamente, anulou sentença de condenação do ex-juiz Moro, sob fundamento de afronta ao direito de
defesa do réu, tolhendo-o de se manifestar após depoimento do delator. Vozes do autoritarismo judicante
se levantaram criticando a decisão da Suprema Corte.

Um primata, lá dos sótãos da Lava Jato berrou: “é sem fundamento a decisão do STF, não existe na
legislação penal lei que a ampare”. Panaca vá ler o clássico “A lógica das provas,” de Malatesta. Os
direitos à liberdade, à vida, ao sol, ao ar integram o direito natural. Eles não estão inseridos nos códigos e
tratados, pertencem ao patrimônio imaterial da humanidade. O direito romano na obra “Institutas”, do
jurisconsulto Gaio, já traçava as linhas cardeais do direito natural. A Procuradora-Geral da República,
Raquel Dodge, manifestou-se: “a decisão do STF está equivocada, pois o processo padece de preclusão”.
Ora, ilustre procuradora, os institutos da decadência, prescrição e preclusão não alcançam, no âmbito do
direito penal, os direitos naturais como liberdade, vida etc., são bens imateriais e imprescritíveis.

Procuradores, urge esta explicação. Que prática criminosa dos senhores a exigir doações de empresários,
dentre eles, Patrícia Fehrmann, na própria sede do MP, em Curitiba, destinada a uma tal fundação Mude.

Com esta peroração, despeço-me. Eu vim das caatingas do Nordeste quebrando marmeleiro, bom-nome e
jurema-preta, e digo: o país precisa reencontrar o seu desenvolvimento, perdido desde 2012.

Deixo estas palavras: A História marca a condenação de Alfred Dreyfus como um erro judiciário; a
do ex-presidente Lula passará à posteridade como a canalhice do século.

Atc.

Agassiz Almeida
Benemérito da Comenda “Ordem e Mérito”.
concedida pela Associação Nacional
do Ministério Público (CONAMP).

Obs.: Agassiz Almeida, escritor, ativista dos Direitos Humanos, Promotor de Justiça aposentado, ex-deputado federal constituinte, professor da UFPB. Autor das obras: “500 anos do povo brasileiro” (Ed. Paz e Terra), “A República das Elites” (Ed. Bertrand Brasil), “A Ditadura dos Generais” (Ed. Bertrand Brasil), “O Fenômeno Humano” (Ed. Contexto). Dados colhidos na Wikipédia.

 

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O Agreste

Confira os discursos dos vereadores na 7ª Sessão Ordinária do 2º Período da Câmara de São Bento do Una

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Na manhã desta quarta-feira (18) houve a 7ª Reunião Ordinária do 2º Período Legislativo da Câmara de São Bento do Una (PE), onde houve vários discursos dos vereadores da Casa Irlando Galvão Cavalcante. Confira a reunião completa no vídeo a cima!

Confira os discursos dos Vereadores! (Passe e veja por parlamentar)

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