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Facebook faz 15 anos: um adolescente com problemas de adulto Rede social tornou-se a maior do mundo, com mais de dois bilhões de usuários, mas sucesso não a deixa longe das polêmicas

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Em 4 de fevereiro de 2004, Mark Zuckerberg disponibilizou online um “embrião” do Facebook. Atualmente – escreve a agência France Presse (AFP) – a empresa está onipresente no dia a dia de um quarto da humanidade e vale 500 bilhões de dólares em bolsa, tendo encerrado 2018 com um lucro recorde de 22,112 bilhões de dólares, mais 39% do que no ano anterior.

Já o seu criador e líder tem, aos 34 anos, uma fortuna avaliada em 62 bilhões de dólares.

Mas esta incrível “história de sucesso” foi, há perto de dois anos, comprometida por um fluxo quase ininterrupto de escândalos e de revelações acerca dos métodos utilizados pela rede social, cujas receitas provêm da publicidade.

A lista de críticas é longa: utilizadores inquietos com a desinformação que circula na plataforma, defensores da vida privada que se insurgem contra a recolha cada vez mais massiva de dados pessoais para deles se retirar proveito financeiro e, mesmo, ativistas dos direitos humanos.

“Trata-se de uma empresa muito poderosa, que criou um produto viciante do qual muitas pessoas estão dependentes”, sublinha o autor e analista Josh Bernoff, salientando que “isto implica uma enorme responsabilidade”.

Já a analista da eMarketer Debra Aho Williamson considera que, “depois dos problemas de 2018, [o Facebook] deixou de ser elogiado pelas suas inovações”: “Os seus menores feitos e gestos são escrutinados e criticados”, nota, sustentando que, “aos 15 anos, o Facebook tem de enfrentar a maturidade, já não é um principiante”.

Atualmente, o Facebook tornou-se num império que detém algumas das aplicações gratuitas mais populares do mundo: o Instagram, que revolucionou a fotografia e o relacionamento com a imagem, ou aplicações de mensagens como o Messenger e o WhatsApp.

Cada uma destas aplicações possui mais de um bilhão de utilizadores e permite captar um público jovem, que tem se afastado cada vez mais do Facebook, por muitos já encarado como uma rede “para os pais”.

Nos últimos meses, Mark Zuckerberg e Sheryl Sandberg, a poderosa número dois do grupo e a responsável pelo seu modelo econômico ultra eficaz, lançaram-se numa verdadeira campanha de “mea culpa”, prometendo “fazer melhor e mais rápido” no combate a questões como a desinformação ou os apelos ao ódio.

A empresa tem investido milhões e milhões de dólares para sanear a plataforma, quer com sistemas automáticos, quer também recorrendo a contratações de novos quadros, sendo atualmente já 30.000 os funcionários dedicados a questões de segurança e confidencialidade.

Atacado de forma pessoal, e às vezes mesmo virulenta, Mark Zuckerberg tem uma estratégia de defesa bem alinhada: o Facebook serve para ajudar as pessoas a reaproximarem-se, pelo que podemos confiar nele.

E, apesar das críticas à sua gestão de dados pessoais, está fora de questão alterar o modelo: o serviço é gratuito graças à publicidade e os seus algoritmos orientam-se por entre o emaranhado de dados pessoais que são recolhidos e cruzados.

E isto funciona: o número de utilizadores continua a aumentar e os anunciantes continuam lá.

Josh Bernoff está, contudo, mais cético: “O capitalismo ensinou-nos a redobrar a vigilância quando as empresas que têm imenso poder nos dizem que fazem o que é melhor para nós”, sustenta.

Com o objetivo de demonstrar a sua boa vontade, Mark Zuckerberg decidiu este ano participar em debates públicos para refletir sobre o futuro da Internet e sobre como melhor servir a sociedade.

“Vou envolver-me publicamente, além do que a minha zona de conforto me tem permitido até agora, e vou participar nestes debates sobre o futuro, sobre os compromissos que devemos assumir e sobre a direção que queremos tomar”, anunciou no início deste ano, em resposta às principais questões que têm vindo a ser apontadas pelos críticos da rede social.

Com a história repleta de empresas que pareciam incontornáveis até desaparecerem, o perigo para o Facebook pode vir de uma alteração na forma como as pessoas utilizam e interagem com os seus dispositivos eletrônicos.

Josh Bernoff questiona, por exemplo, se o Facebook estará preparado para a ascensão fulgurante de dispositivos inteligentes como os disponibilizados pela Google ou mesmo pela Amazon.

“O futuro vai pertencer cada vez mais à voz e às empresas e indivíduos que interagem através da inteligência artificial”, sublinha o analista, acrescentando: “Não é certo que haja espaço para o Facebook à medida que as pessoas alteram a sua maneira de interagir com o resto do mundo”.

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Carta Aberta aos Procuradores da Lava Jato; Por Agassiz Almeida. Abram passagem à razão e à inteligência para que este tão sofrido e desencontrado Brasil não seja, pelo ódio, o preconceito e a estupidez, arrastado ao atraso.

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Agassiz Almeida. Promotor de Justiça apo.

Srs. Procuradores, Nesta hora grave em que se debate o país, dirijo esta mensagem aos meus colegas do Ministério Público, sobretudo aos jovens, como um despertar para o relevante munus publicus de que somos investidos por força de postulados constitucionais. Sobressalta a todos nós que lutamos pela
salvaguarda da ordem jurídica, do devido processo legal e dos direitos
humanos, os rumos da nossa instituição.

Abram passagem à razão e à inteligência para que este tão sofrido e
desencontrado Brasil não seja, pelo ódio, o preconceito e a estupidez,
arrastado ao atraso.

Egresso dos quadros do Ministério Público participei, ao lado de devotados constituintes de larga
estatura moral e cívica, dos trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte (1986-1988), da qual emanou
um novo e vigoroso Fiscal da Lei.

Tento ultrapassar o meu próprio tempo para compreender aqueles que se julgam senhores da razão e da
verdade. Que pobres incautos!

Face à profunda crise política e econômica que domina a nação, cabe a cada um de nós e, em especial
aos agentes do Ministério Público, assumir a desafiadora função de calar o cinismo, apontar os
oportunistas, desvendar as tramas que levaram o país a este fanatismo insensato que nos lança uns contra
os outros, defender a justiça tão conspurcada por preconceitos ideológicos, reanimar os fracos que se
escondem no silêncio, convocar os fortes e sábios para a cruzada em defesa da verdade contra essa
marcha da insensatez que nos ameaça a um futuro imprevisível.

Cessem com investigações cinematográficas que abalam o país e desorganizam os esforços para o
reencontro com o desenvolvimento. Afastem-se das vantagens de uma indústria da delação premiada
para forjar provas e abrir espaço para a ambição dos oportunistas. Reneguem a busca por aplausos
fáceis, combatam os interesses escusos de poderosos grupos nacionais e internacionais.

Estas palavras vêm de quem enfrentou pesados desafios e cegas ditaduras no Brasil e no mundo.

O país sofre enormes perdas econômicas e financeiras, muitas das quais provocadas por operações de
indefinidos propósitos. Apenas a Operação “Carne Seca” causou mais de um bilhão de reais de prejuízos
nas nossas receitas de exportação. Só uma lei rege os espertalhões: a do poder econômico ou político.
Onde se encontra o maquiavélico julgador da Lava Jato? No Ministério da Justiça e os seus cúmplices
investigantes na busca insana de abocanhar mais de dois bilhões de reais de uma multa arrancada da
Petrobras nos Estados Unidos para a criação de uma duvidosa fundação.

Onde se encontra a esperança por justiça neste Brasil de hoje encurralado entre a mediocridade e o
lunático? Destruída pela insensatez e por uma raiva canina de apequenados personagens. Apenas se ouve
o grito do condenado de Caetés ultrajado por forjadas provas arrancadas de delatores desesperados
através de um criminoso conluio entre os que investigam e os que julgam. Que grande farsa!
Na atual conjuntura do país, a idiotia exalta o fanatismo para negar a inteligência. Zomba da educação e
renega a cultura. Afinal, para onde querem levar este país?

Quando os povos se domesticam e perdem a capacidade de pensar, os bufões dominam a cena e se
vestem de messiânicos da sociedade, da justiça, e alguns se fazem vestais do moralismo público. Que
farsantes! A Lava Jato produziu esses tipos e um deles se investe cinicamente de Ministro da Justiça de
um governo que ajudou a eleger. E, muitos ainda, como os carneiros de Pannunzio, acreditam neste
impostor. Na interminável contenda entre o idealismo que constrói e a estupidez a imbecilidade pede
passagem. O horror à inteligência e ao diálogo ata-os à mente preconceituosa e a um fanatismo que
agride a racionalidade: “Amo Israel”; “Sempre admirei os EUA”; “A terra é plana”;”O cidadão precisa
de armas”.

Quando o destino chama um estadista para reconstruir uma nação ou um líder para guiar o seu povo a
mediocridade mancomunada e arregimentada resiste. Neste altar, onde o Escamucho presidencial medra,
a paixão do besteirol é servi-lo cegamente.
Nestes tempos, não se pensa, lançam-se chavões, não se interroga, impõem-se ideias, não se governa,
faz-se apologia ao besteirol.

Oh tempora, oh mores, clamava Cícero no Senado romano há mais de 2000 anos.
Procuradores, exerçam a função de agentes do Estado como vigilantes impávidos da ordem jurídica e do
imparcial processo legal, jamais se façam instrumentos de ambições desenfreadas daqueles que
carregam apetites pessoais e não a imparcialidades dos magistrados dignos. Na escalada de certos vultos
ao poder, retratam-se os desastrados resultados de suas suspeitas condenações investigativas.

Cessem as suas ações audaciosas e temerárias. Só os tipos humanos amesquinhados vivem sempre no
joguetear das artimanhas, contanto que as suas ambições sejam saciadas. Repilam o moralismo de
Tartufo que envolve uma simbologia repugnante. No momento das decisões difíceis e temerárias,
encontram-se os verdadeiros homens. Saramago, certa vez me disse: “Quão difícil é encontrar um
Homem”.

Que horas sombrias atravessa o país. A bestialidade fez-se horda e pulula pelos poderes e estende
tentáculos por toda a sociedade. Entidades que estiveram sempre na vanguarda em defesa dos direitos
humanos e da ordem democrática, como a OAB, a ABI, a CNBB e tantas outras, hoje, quedam-se
cúmplices de um silêncio condenável, e se posicionam naquela grotesca postura de Pilatos.

Procuradores, os senhores não se inebriem diante das luzes dos holofotes televisivos nem se agachem
aos aplausos fáceis das multidões frenéticas. Jamais se sirvam de pau-mandados de carreiristas e
oportunistas. Olhem a história dos povos e do próprio Brasil. Onde estão aqueles que se fizeram algozes
de Frei Caneca, de Vargas, de Juscelino e de Brizola? No esquecimento e na lata de lixo da história. A
que calvário infame os senhores arrastam o ex-presidente Lula! A quem os senhores serviram para esta
nefasta e aberrante aventura judicante? A quem os senhores serviram quando interferiram na Venezuela
e fizeram divulgação contra o governo desse país, instrumentalizando-se de uma delação premiada da
Odebrecht? Na primeira interrogação, a espertalhões que hoje se desmandam à frente do poder. Saibam
que cada passo na busca da verdade e da justiça é fruto de uma investigação serena e digna, custa muito
sacrifício e desafios, ao contrário de decisões inconsistentes e ilegais.

Por esta senda os pregadores do moralismo público se agigantam e berram: “O Brasil está mergulhado
na corrupção”; “Acabaram a Petrobras”. Que cretinos! Mentem em nome dos grandes acionistas desta
empresa petrolífera, de banqueiros e de grandes exportadores.
Basta, senhores procuradores!

Este teatrão tragigrotesco de mais de cinco anos arrastou o nosso país a uma depressão enorme e
destruição de empresas nacionais, sobretudo grandes construtoras, com prejuízos por volta de 300
bilhões de reais. (Dados do Instituto de Estudos Estratégicos da Petrobras).
Procuradores, quo vadis, quo vadis, para onde ides com a ordem jurídica que ultrajastes.
Que monumental farsa processual os senhores, em conluio com o Torquemada da Lava Jato, armaram
contra a sucessão presidencial de outubro de 2018.

O site The Intercept Brasil, o jornal A Folha de São Paulo e a revista Veja escancararam ao país e ao
mundo os porões de uma justiça de fancaria e mergulharam fundo num mar de lama que pulula no poder
judicante de Curitiba, comandada pelos senhores e o justiceiro Moro. O que estarrece a nação em face
deste gigante iceberg, do qual aparecem as primeiras pontas? Ali, naquela selva de ilegalidade,
autoritarismo e insensatez, o direito e a justiça são pisoteados e renegados. De prisioneiros e centenas de
desesperados pelo medo os senhores extorquiram por torturas psicológicas os mais vis e fantasiosos
depoimentos e delações premiadas. Nesta escuridão medieval em que se sangra a justiça, as suas vidas
serão pinceladas como aqueles figurantes do quadro de Picasso em Guernica, Espanha. Apodrecidos
tipos humanos.

Impulsionados pelo furor de vis interesses os senhores e o juiz justiceiro macularam as suas instituições:
a que investiga e a que pune. Sob a estratégia de uma mídia comprometida inebriaram o povo brasileiro
e anestesiaram a consciência da sociedade com prisões cinematográficas e longas prisões preventivas e
delações premiadas extraídas por tortura psicológica, segundo conceituou Raul Zaffaroni. Que horas
graves e sombrias vivemos. Os lacaios da justiça se glorificam e os condenados, vários deles, carregam
injustamente a pecha de corruptos.

Os incapazes sempre se insurgiram contra os grandes vultos: deram a Sócrates veneno, crucificaram
Cristo, apunhalaram César, desterraram Dante, aprisionaram Alfred Dreyfus na Ilha do Diabo, lançaram
no cárcere Mandela, mataram Vargas, degradaram Juscelino e, hoje, arrastam o ex-presidente Lula a um
monstruoso martírio. É o pesado tributo que pagam aqueles que marcaram o destino humano. Nesta
época de lunáticos, os palácios se povoam de sequazes que comandam o espetáculo do cinismo por
fraudes processuais de injustas condenações.

Basta! Senhores Procuradores. Ponham na consciência de cada um o dever a ser cumprido.
Lembrem-se: viver não é preciso, ter fibra moral é preciso.

Atc.
Agassiz Almeida
Benemérito da Comenda “Ordem e Mérito”
concedida pela Associação Nacional
do Ministério Público (CONAMP).

Obs.: Agassiz Almeida, escritor, ativista dos direitos humanos, Promotor de Justiça, aposentado, ex-deputado federal constituinte,
professor da UFPB. Autor das obras: “500 anos do povo brasileiro” (Ed. Paz e Terra), ” A República das Elites” (Ed. Bertrand Brasil), “A
Ditadura dos Generais” (Ed. Bertrand Brasil), “O Fenômeno Humano” (Ed. Contexto). Dados colhidos na Wikipédia.

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23 de julho: Chacina da Candelária completa 16 anos Confira alguns momentos marcantes deste dia!

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O dia 23 de julho é o 204º do ano no calendário gregoriano (205.º em anos bissextos). Nesta data nasceu a dançarina Sheila Mello, o ator Daniel Radcliffe, o músico Slash e a modelo Gracie Carvalho.

Foi em 23 de julho que com a declaração da maioridade, Dom Pedro de Alcântara se tornou imperador do Brasil, com 14 anos, em 1840.

A data também ficou marcada quando oito crianças e adolescentes foram mortos no centro do Rio de Janeiro, no que ficou conhecido como a Chacina da Candelária, em 1993.

Nascimentos: artes

1901 — Helen Ferguson, atriz norte-americana (m. 1977).

1932 — Oswaldo Loureiro, ator brasileiro (m. 2018).

1938 — Juliet Anderson, produtora e atriz norte-americana.

1947 — Raimundo Sodré, cantor e compositor brasileiro.

1949 — Flavio Venturini, músico, cantor e compositor brasileiro.

1955 — Vital Lima, músico e compositor brasileiro.

1957 — Theo van Gogh, cineasta neerlandês (m. 2004).

1961 — Woody Harrelson, ator norte-americano.

1962 — Eriq La Salle, ator, diretor e produtor de cinema norte-americano.

1963 — Renato Borghetti, músico brasileiro.

1968 — Stephanie Seymour, modelo norte-americana.

1978 — Sheila Mello, dançarina e atriz brasileira.

1979 — Íris Stefanelli, apresentadora brasileira.

1980 — Fernando Ventura, quadrinista brasileiro.

1980 — Michelle Williams, cantora, atriz, modelo e dançarina estadunidense.

1982 — Paul Wesley, ator norte-americano.

1983 — Andrew Eiden, ator norte-americano.

1987 — Felipe Dylon, músico brasileiro.

1989 — Daniel Radcliffe, ator britânico. (Foto)

1996 — Rachel G. Fox, atriz norte-americana.

 Nascimentos: personalidade e figuras importantes

1925 — Oliver Smithies, biólogo estadunidense (m. 2017).

1933 — Raimund Abraham, arquiteto austríaco (m. 2010).

1935 — Jim Hall, ex-automobilista norte-americano.

1950 — Ramón Quiroga, ex-jogador de futebol argentino-peruano.

1958 — Frank Mill, ex-jogador de futebol alemão.

1961 — Luis Fernando Montoya, treinador de futebol colombiano.

1967 — Noboru Ueda, ex-motociclista japonês.

1968 — Antônio Hora Filho, ex-árbitro de futebol brasileiro.

1972 — Roger, ex-jogador de futebol e político brasileiro.

1975 — Dininho, jogador de futebol brasileiro.

1979 — Ricardo Sperafico, piloto brasileiro.

1981 — Jarkko Nieminen, tenista finlandês.

1983 — Aaron Peirsol, nadador norte-americano.

1986 — Nelson Philippe, piloto francês.

1987 — Alessio Cerci, jogador de futebol italiano.

1990 — Rafael Forster, jogador de futebol brasileiro.

1991 — Lauren Mitchell, ginasta australiana.

Mortes: 

1901 — Gaspar Silveira Martins, político brasileiro (n. 1835).

1927 — William Ashley, historiador econômico britânico (n. 1860).

1932 — Alberto Santos Dumont, inventor brasileiro (n. 1873).

1951 — Philippe Pétain, militar e estadista francês (n. 1856).

1957 — Giuseppe Tomasi di Lampedusa, escritor italiano (n. 1896).

1966 — Montgomery Clift, ator estadunidense (n. 1920).

1971 — Van Heflin, ator norte-americano (n. 1908).

1993 — Megan Taylor, patinadora artística britânica (n. 1920).

2004 — Carlos Paredes, músico português (n. 1925)

2007 — Mohammed Zahir Shah, político afegão (n. 1914).

2009 — Duse Nacaratti, atriz brasileira (n. 1933).

2011 — Amy Winehouse, cantora e compositora britânica (n. 1983). (Foto)

2013 — Dominguinhos, cantor, compositor e músico brasileiro (n. 1941).

2014 — Ariano Suassuna, escritor e poeta brasileiro (n. 1927).

2017 — Waldir Peres, ex-futebolista brasileiro (n. 1951).

Acontecimentos históricos:

1840 — Declaração da Maioridade: Dom Pedro de Alcântara torna-se imperador do Brasil, com 14 anos.

1871 — É descoberto o asteroide 114 Kassandra.

1921 — Criado formalmente o Partido Comunista da China (PCC) no 1.º Congresso Nacional.

1929 — O governo fascista da Itália proíbe o uso de palavras estrangeiras.

1952 — O General Muhammad Naguib lidera os Oficiais Livres (formados por Gamal Abdel Nasser, o verdadeiro poder por trás do golpe) na deposição do Rei Faruk do Egito.

1961 — A Frente Sandinista de Libertação Nacional é fundada na Nicarágua.

1974 — A junta militar grega entra em colapso, e o ex-primeiro-ministro Konstantínos Karamanlís é convidado a liderar o novo governo, iniciando a era metapolitefsi na Grécia.

1980 — Pham Tuan torna-se o primeiro cidadão vietnamita e o primeiro asiático no espaço quando voa a bordo da missão Soyuz 37 como um Cosmonauta de Pesquisa Intercosmos.

1993 — Oito crianças e adolescentes são mortos no centro do Rio de Janeiro, no que ficou conhecido como a Chacina da Candelária. (Foto)

1995 — O cometa Hale-Bopp é descoberto; torna-se visível a olho nu na Terra quase um ano depois.

1997 — Digital Equipment Corporation registra acusações antitruste contra a fabricante de chips Intel.

2015 — NASA anuncia a descoberta do Kepler-452b pela sonda Kepler.

Fonte: Wikipedia

 

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22 de julho: morte de Jean Charles de Menezes marcou a data Confira alguns momentos marcantes deste dia!

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O dia 22 de julho é o 203º do ano no calendário gregoriano (204.º em anos bissextos). Neste dia nasceram as cantoras Marília Mendonça e Selena Gomez, o jogador de futebol Leandro Damião e as apresentadoras Daniela Albuquerque e Márcia Goldschmidt.

Foi em 22 de julho que o brasileiro Jean Charles de Menezes foi morto pela Polícia Metropolitana britânica ao ser confundido com o terrorista responsável pelos atentados de 7 de julho de 2005 de Londres.

A data também ficou marcada quando o Papa Francisco chegou ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude em sua primeira viagem internacional como pap, em 2013.

Nascimentos: artes

1946 — Danny Glover, ator estadunidense.

1946 — Fernando Morais, escritor brasileiro.

1955 — Willem Dafoe, ator estadunidense.

1961 — Keith Sweat, cantor norte-americano.

1962 — Márcia Goldschmidt, apresentadora de televisão brasileira.

1962 — Max Fivelinha, apresentador de televisão brasileiro.

1964 — John Leguizamo, ator colombiano.

1965 — David Spade, ator estadunidense.

1972 — Colin Ferguson, ator canadense.

1973 — Jaime Camil, ator e cantor mexicano.

1977 — Peu Sousa, guitarrista, compositor e produtor musical brasileiro (m. 2013).

1980 — Kate Ryan, cantora belga.

1982 — Daniela Albuquerque, apresentadora brasileira.

1983 — Arsenium, cantor e compositor moldávio.

1984 — Kinzie Kenner, atriz estadunidense.

1989 — Keegan Allen, ator norte-americano.

1992 — Selena Gomez, atriz e cantora estadunidense.

1995 — Marília Mendonça, cantora brasileira. (Foto) 

1998 — Madison Pettis, atriz estadunidense.

 Nascimentos: personalidade e figuras importantes

1947 — Gilles Duceppe, político canadense.

1952 — Azmi Bishara, político israelense.

1953 — René Vandereycken, jogador e treinador de futebol belga.

1957 — David Santee, patinador artístico americano.

1958 — Jaime Pacheco, jogador e treinador português de futebol.

1960 — Torben Grael, iatista brasileiro.

1963 — Emilio Butragueño, futebolista espanhol.

1965 — Doug Riesenberg, jogador de futebol americano estadunidense.

1969 — Teresa Machado, atleta portuguesa.

1972 — Marcão, jogador de futebol brasileiro.

1972 — Paulo Jamelli, jogador de futebol brasileiro.

1977 — Gustavo Nery, jogador de futebol brasileiro.

1978 — Ricardo Xavier, jogador de futebol brasileiro.

1981 — Alessandro Pellicori, jogador de futebol italiano.

1984 — Stewart Downing, jogador de futebol britânico.

1985 — Paolo Maria Nocera, piloto italiano.

1986 — Willian Thiego, jogador de futebol brasileiro (m. 2016).

1987 — Andrey Golubev, tenista russo.

1988 — Thomas Kraft, jogador de futebol alemão.

1989 — Leandro Damião, jogador de futebol brasileiro. (Foto)

1996 — Mauricio Baldivieso, jogador de futebol boliviano.

Mortes:

1967 — Carl Sandburg, poeta estadunidense (n. 1878).

1968 — Giovannino Guareschi, jornalista italiano (n. 1908).

1990 — Manuel Puig, escritor argentino (n. 1932).

1992 — Wayne McLaren, ator americano (n. 1940).

1998 — Antonio Saura, artista espanhol (n. 1930).

2000 — Claude Sautet, cineasta e cenarista francês (n. 1924).

2001 — Indro Montanelli, jornalista e historiador italiano (n. 1909).

2003 — Qusay Hussein, político iraquiano (n. 1966).

2003 — Uday Hussein, político e jornalista iraquiano (n. 1964).

2006 — Gianfrancesco Guarnieri, ator e diretor ítalo-brasileiro (n. 1934).

2007 — Ulrich Mühe, ator alemão (n. 1953).

2009 — Marco Antonio Nazareth, boxeador mexicano (n. 1986).

Acontecimentos históricos: 

1943 — Segunda Guerra Mundial: as forças aliadas capturam Palermo durante a invasão aliada da Sicília.

1946 — Atentado do Hotel King David: uma organização clandestina sionista, o Irgun, bombardeia o Hotel King David em Jerusalém, sede da administração civil e quartel-general militar do Mandato Britânico da Palestina, resultando em 91 mortes.

1961 — Fundação do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal: José Gabriel da Costa, o Mestre Gabriel, inicia a sociedade religiosa UDV junto com sua família em Seringal Sunta, na fronteira entre Brasil e Bolívia.

1962 — Programa Mariner: a espaçonave Mariner 1 voa de forma irregular vários minutos após o lançamento e tem que ser destruída.

1976 — O Japão conclui sua última reparação às Filipinas por crimes de guerra cometidos durante a conquista imperial do país pelo Japão na Segunda Guerra Mundial.

2003 — Membros de uma divisão de assalto aéreo do Exército dos Estados Unidos, auxiliados por Forças Especiais, atacam um complexo no Iraque, matando os filhos de Saddam Hussein: Uday e Qusay, juntamente com Mustapha Hussein, filho de 14 anos de Qusay, e um guarda-costas.

2005 — Jean Charles de Menezes é morto pela Polícia Metropolitana de Londres ao ser confundido com o terrorista responsável pelos atentados de 7 de julho de 2005 em Londres.

2009 — A Ásia acompanha o maior eclipse do século XXI.

2011 — Atentados na Noruega: primeiro uma explosão de uma bomba que atingiu prédios do governo no centro de Oslo, seguida por um massacre em um acampamento de jovens na ilha de Utøya.

2013 — O Papa Francisco chega ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude em sua primeira viagem internacional como papa. (Foto)

Eventos e feriados:

Dia do cantor lírico.

Dia do trabalho doméstico. (Foto)

Fonte: Wikipedia

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