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Avicultura

Governo prepara medida provisória que muda inspeção sanitária A intenção do governo é que as empresas façam autocontrole da qualidade e integridade dos seus produtos antes de levá-los aos mercados interno e externo.

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Após apresentar ao Congresso Nacional a proposta de emenda constitucional para a reforma da Previdência Social (PEC 6/19) e o chamado Pacote Anticrime, o governo vai editar uma medida provisória (MP) modificando a inspeção sanitária de alimentos de origem vegetal e animal e de produtos agroindustriais, como celulose e álcool. A intenção do governo é que as empresas façam autocontrole da qualidade e integridade dos seus produtos antes de levá-los aos mercados interno e externo.

As inspeções em diferentes cadeias produtivas incluem melhor gestão de processos nas propriedades das lavouras e de criação de animais; fiscalização dos insumos utilizados (como sementes, agrotóxicos e ração para animais), na etapa de transformação industrial e de comercialização. Segundo a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina,as empresas deverão adotar protocolos mais rígidos de inspeção direta. O Estado manterá a fiscalização e a certificação final dos produtos, mas as auditorias serão “modernizadas”, inclusive nas plantas exportadoras (com vendas a mais de 190 países).

“No sistema de autocontrole, o empresário fica responsável pela qualidade do produto que fabrica e comercializa, e o Estado fiscaliza”, afirmou a ministra em discurso na abertura do Seminário Boas Práticas de Fabricação e Autocontrole, realizado em Brasília (na sede do Tribunal de Contas da União) nesta quinta-feira (21/02). Ela garantiu que o auditor fiscal “continuará responsável pela fiscalização, porém, de forma mais ágil e moderna, sem a necessidade de estar presente diariamente, acompanhando a atividade rotineira das empresas”. A ministra detalhou que “cada segmento do agronegócio terá uma definição específica de controle de sua própria produção”.

Na avaliação da ministra, o autocontrole tem que estar em todas as cadeias produtivas em que o ministério é responsável. “Acontece que o Estado não tem mais pernas, o Brasil cresceu muito, a nossa economia no agronegócio é gigante e não temos mais como fazer esse controle diário, mas nós podemos fazer ele bem feito”. A mesma visão ela repetiu ao falar com os jornalistas após o seminário: “o Brasil tem potencial enorme de produção e o ministério vai ter cada dia menos perna para isso”.

Para Tereza Cristina, “o maior responsável por esse patrimônio de segurança é o dono da marca. O empresariado está consciente e o ministério também”, disse ao perguntar “quantas marcas já desapareceram?” Conforme Tereza Cristina, a MP “já tem um boneco, uma minuta”. As regras que não exigirem modificação de lei pelo Parlamento, serão alteradas por instrução normativa do próprio Ministério da Agricultura. Um comitê com técnicos e dirigentes do ministério e representantes do setor privado deverá discutir a versão final da medida, a ser enviada para aprovação de deputados e senadores.

De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do ministério, José Guilherme Leal, “não se trata de pensar em uma ação do Estado mais branda, fiscalização mais omissa, mas sim em uma forma mais inteligente de atuação, com mais informações disponíveis”. Segundo ele, “pensar em autocontrole é conferir mais responsabilidade ao agente econômico da produção, que deve ter capacidade de controlar seus processos, seus produtos – pensando em qualidade e segurança, cabendo regular a verificação da conformidade por diversos meios, entre eles a auditoria e fiscalização”.

A iniciativa do governo foi bem recebida pelo Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários. Segundo Antônio Andrade, médico veterinário e diretor de Política Profissional da entidade, “o aperfeiçoamento do autocontrole é bem-vindo” e “será um processo de amadurecimento mútuo” do Estado e das empresas. Ele lembra que há experiência de autorregulamentação e autofiscalização em defesa sanitária desde a década de 1970, mas para o passo que o governo pretende dar o orçamento da área (hoje de cerca de R$ 230 milhões) deverá aumentar a fim de viabilizar investimentos em tecnologia da informação e avaliação de risco.

 

Avicultura Industrial – com informações agência Brasil

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Os desafios tecnológicos da avicultura de postura em Pernambuco A produção de ovos em Pernambuco (214.930 mil dúzias) correspondeu a 30% da produção das regiões Nordeste e Norte

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Estatísticas do IBGE indicam que os quatro estados (na ordem: SP, ES, MG e PE) com maior produção de ovos para consumo produzem 61,6% do total nacional.

Fundamentado no relatório da ABPA (2018) em termos de alojamento de pintainhas, em 2017, Pernambuco teve uma participação de 7,03% do total alojado no país. Este cenário coloca o estado em quarto no ranking nacional e primeiro no ranking do Nordeste. Os quatro estados que mais alojaram (SP, MG, ES e PE) totalizaram 60,5% dos alojamentos para postura.

Segundo a estimativa da AVIPE (Associação Avícola de Pernambuco) a produção estadual de ovos em 2018 foi de 10 milhões de unidades ao dia o que seria o equivalente a um ovo ao dia por pernambucano, bem acima da média nacional.

Imagem: Recorte/Matéria Tv Asa Branca

https://aviculturadonordeste.com.br/ Imagem: A Hora do Ovo – Elenita Monteiro

Veja a íntegra do artigo de Jorge Vitor Ludke – Agrônomo, Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, colaborador NTPA – Núcleo Temático Produção de Aves, Jorge Luiz Araújo da Silva – Médico Veterinário, consultor em Agronegócio, Doutor em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFPE, Maria do Carmo Mohaupt Marques Ludke – Zootecnista, Professora de Nutrição de Não Ruminante do Departamento de Zootecnia da UFRPE e Jungi Iwata – Administrador de Empresas, Empresário, Granja Iwata, INPROVOS Ltda – Indústria Processadora de Ovos de Pernambuco (Aska Alimentos) na edição de Maio da Revista do Ovo.

 

Acesse o leitor digital, gratuitamente:https://issuu.com/mundoagroeditora/docs/edicao_53

Fonte: Revista do Ovo | Autor: Redação
Campinas, SP, 13/05/2019 | 09:26

 

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Avicultura do futuro, qual o caminho? Especialista aborda os desafios e oportunidades para o setor avícola

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As aves são, em disparado, importantes fontes para produção de proteína de alta qualidade, e têm grande relevância na agroindústria mundial, dada sua eficiência alimentar, taxa de crescimento diário e índice de rendimento de carcaça no abatedouro.

Segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) até 2024 é esperado um crescimento de 22% no consumo de carne de frango, ao passo que a participação do Brasil nesse mercado aumentará para 31%.

Esse aumento será necessário devido a projeção de incremento da população mundial. A ONU (Organização das Nações Unidas), estima que até 2024 seremos mais de 8 bilhões de pessoas. Mas, a ampliação do consumo não tem um fator único, a Organização também considera a maior renda da população, principalmente em países em desenvolvimento, fazendo com que as pessoas busquem alternativas melhores para a alimentação.

“É possível afirmar que a demanda por frango continuará crescendo, tendo em vista sua qualidade, seu preço e também por se tratar de uma carne que não tem qualquer restrição de consumo, seja cultural ou religioso”, diz o Líder Nacional de Avicultura da Cargill Nutrição Animal – Nutron, Cidinei Miotto.

E para suprir essa necessidade e se enquadrar nesse cenário, será indispensável que as empresas se preocupem com a nutrição de precisão, diminuindo as margens de segurança nas formulações. “Quando temos maiores margens de segurança, temos mais nutrientes disponíveis para os microrganismos que habitam o intestino e isto compromete a saúde das células intestinais”, acrescenta.

Dessa forma, as agroindústrias precisarão investir cada vez mais na avaliação da qualidade dos ingredientes das dietas, conhecer melhor seus fornecedores, ter laboratórios qualificados para fazer um acompanhamento imediato e também ter a capacidade de segregar os ingredientes, de acordo com suas características nutricionais.

Nesse ponto, ferramentas que consigam antecipar qualquer fato relevante que possa influenciar o potencial de produção dos frangos, e maximizar a probabilidade de tomadas de decisão cada vez mais assertivas. Nesta necessidade, a Cargill oferece uma solução integrada que melhora o desempenho operacional e traz maior consolidação da indústria.

A plataforma Nutron Poultry reúne experts em produção avícola, amplo portfólio de produtos, módulos completos em serviços e tecnologias digitais, aplicando verdadeiramente o conceito de Nutrição de Precisão e apoiando as diferentes etapas da produção animal, sempre com o objetivo de rentabilizar o negócio dos clientes.

O objetivo da tecnologia é auxilia as empresas produtoras de aves a enfrentarem os desafios de uma avicultura moderna e globalizada, oferecendo suporte para identificar as necessidades do negócio e encontrar soluções que entreguem os melhores resultados. “A plataforma integrada permite ter acesso a um portfólio completo de produtos e serviços, aliando atendimento técnico de alto nível nas diferentes etapas de produção”, explica Miotto.

Outro fator importante nessa discussão sobre o futuro da produção avícola é a adoção de antibióticos. Para Miotto a utilização desse tipo de promotores de crescimento diminuirá significativamente nos próximos anos, tanto na indústria destinada à exportação, quanto naquela destinada a produção para um mercado local. “Existe demanda crescente para aditivos alternativos. Neste sentido, a Cargill possui um amplo portfólio de soluções para atender esta nova realidade”.

Fonte: Cargill

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Morre Tébio Valença, primo de Alceu Valença, aos 87 anos em São Bento do Una Tébio foi o percurso da avicultura sãobentense, sendo o primeiro vendedor de ovos no Recife (PE)

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O avicultor Tébio César Valença, de 87 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (05) em São Bento do Una, no Agreste de Pernambuco, após enfrentar um câncer na próstata.

Tébio foi o percurso da avicultura da cidade, sendo o primeiro vendedor de ovos de origem de São Bento comercializados na capital Recife (PE). Os primeiros ovos vinham da granja de seu irmão Délio Valença (in memoriam).

Entre vários irmãos tem Gildo (in memoriam), Alípio, Nalize, Júlio, Zezita, Osvaldo e Nilda, esposa do ex-prefeito Zé Mota. Tem como sobrinhos Aroldo, Marcos e Marcelo Valença do Asas da América e dos primos o mais famoso o cantor e compositor Alceu Valença.

O velório está aconteceu na casa de Aroldo e Eliane Mota, localizada no loteamento João Paulo Segundo, Rua 3, nº 418, em frente à 1ª Igreja Presbiteriana. O sepultamento está marcado para acontecer às 9h da manhã deste sábado no cemitério do município.

Confira Tébio e Alceu Valença cantando Olinda Cidade Eterna!

TV SBUNA

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