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Tecnologia

Facebook: opção de apagar dados estará disponível este ano Ferramenta anunciada no ano passado permitirá aos usuários verem a quais aplicativos e sites a rede social está enviando informações, apagar dados de sua conta e impedir que o Facebook os armazene.

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A opção do Facebook que permitirá aos usuários apagarem todos os seus dados será lançada este ano, meses depois de ter sido anunciada pela rede social.

David Wehner, chefe financeiro do Facebook, disse nesta terça-feira em uma conferência tecnológica do banco Morgan Stanley que a companhia está planejando apresentar a ferramenta, anunciada em maio do ano passado em meio aos escândalos pelo uso indevido de informações de seus usuários.

Wehner não mencionou nenhuma data específica, mas apontou que a opção “apagar histórico” estará disponível “mais adiante este ano”.

Essa ferramenta anunciada no ano passado permitirá aos usuários verem a quais aplicativos e sites a rede social está enviando informações, apagar dados de sua conta e impedir que o Facebook os armazene.

Wehner advertiu que se os usuários optarem por apagar seus dados, essa decisão afetará os esforços da rede social para prosseguir com a publicidade direcionada.

“Acredito que seria como um vento contrário em relação à capacidade de ter um direcionamento tão eficaz como antes”, apontou.

“Mas além disso, acredito que fomos capazes de administrar isso relativamente bem até agora. (…) Diria que sem dúvida está mudando a paisagem e que a direção que está tomando faz com que seja mais exigente crescer e dá menos visibilidade a como se desenvolverá na realidade”. (Leia Já)

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Notícias

Facebook irá restringir ‘lives’ para evitar novos vídeos de ataques O objetivo é evitar novas exibições de vídeos de ataque terrorista como ocorreu no Massacre da Nova Zelândia

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O Facebook anunciou que irá restringir vídeos ao vivo, as chamadas “lives”. A medida visa evitar novas exibições de vídeos de ataque terrorista como ocorreu no Massacre da Nova Zelândia, que deixou 50 mortos e vários feridos. Na ocasião, 17 minutos do atentado foi exibido ao vivo pelo terrorista. Posteriormente, as imagens viralizaram por outras plataformas, como o YouTube, Twitter – o que gerou muitas críticas por parte dos usuários. As informações são do site Tecmundo.

“Agora aplicaremos uma política de “infração única” para o Live, em conjunto com uma gama mais ampla de ofensas. Qualquer pessoa que violar nossas políticas mais sérias será impedida de usar o Live por determinado período de tempo — por exemplo, 30 dias — a partir da primeira violação. Assim, alguém que compartilhe um link para uma declaração de algum grupo terrorista agora será imediatamente impedido de usar o Live por um determinado período de tempo”, diz o comunicado da empresa.

Combate às ‘Fakes’

Com um investimento de US$ 75 milhões, a empresa afirmou que também vai combater as chamadas “DeepFakes”, que são conteúdos em imagens, vídeos e áudios modificados. A facilidade de proliferação deste tipo de conteúdo vem causando problemas e gerando muitas críticas à empresa.

TV Jornal

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Facebook restringe vivo para quem violar regras sobre conteúdo A decisão é uma resposta às críticas ao Facebook que ocorreram quando aconteceu a transmissão de um ataque à mesquitas na Nova Zelândia

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O Facebook anunciou nesta quarta-feira (15) novas medidas de limitação de um de seus principais recursos de publicação de vídeos. Pessoas que violarem políticas mais importantes sobre conteúdos ficarão proibidas de divulgar transmissões ao vivo – as chamadas lives – por um período determinado.

A medida é um acréscimo às possibilidades de punição já existentes na rede social. Os usuários que desrespeitam alguma das políticas da plataforma (como os Padrões da Comunidade ou os Termo de Uso) podem ter a publicação removida, a conta suspensa por um certo período ou até mesmo a conta banida.

A partir da decisão desta quarta, quem infringir as políticas sobre organizações e indivíduos perigosos poderá ser proibido de fazer lives. As normas, que fazem parte dos Padrões da Comunidade, proíbem a presença de “organizações ou indivíduos que proclamam uma missão violenta ou estão engajados em violência”.

Entre essas práticas estão aquelas de organizações criminosas, grupos organizados em defesa do ódio a segmentos (como supremacistas), promotores de crimes e assassinatos em massa, tráfico de pessoas e organizações criminosas.

A decisão é uma resposta às críticas ao Facebook quando da transmissão do assassinato em massa e um ataque a mesquitas na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia. O massacre ocorreu em março deste ano e vídeos mostrando os tiros circularam amplamente no Facebook. A rede social foi questionada por políticos, organizações de direitos humanos e cidadãos daquele país.

Pesquisa

No anúncio da medida, o vice-presidente de Integridade do Facebook, Guy Rosen, informou que a empresa também vai investir em pesquisas voltadas à melhoria de tecnologias de análise de vídeo e áudio. Sistemas desse tipo monitoram os conteúdos publicados e as transmissões ao vivo para remover aquelas consideradas em desacordo com as políticas ou para alertar avaliadores, que podem retirar o vídeo ou mensagem e aplicar outras punições.

Rosen disse que no caso de Christchurch, o vídeo do massacre foi alterado para “enganar” os sistemas e foi novamente postado após já ter sido derrubado. O vice-presidente anunciou que a empresa colocará US$ 7,5 milhões (cerca de R$ 30 milhões) em pesquisas acadêmicas voltadas a esse tipo de tecnologia.

Garantias

Na avaliação do assessor do Programa de Direitos Digitais da organização Artigo 19 Paulo José Lara, é correta a atenção do Facebook com casos que extrapolem a liberdade de expressão e incorram em risco de vida ou violem direitos fundamentais. Contudo, ele defende que a lógica de gestão dos conteúdos esteja baseada em padrões internacionais e legislações nacionais sobre a liberdade de expressão, bem como assegure aos usuários autores dos conteúdos removidos determinadas garantias.

“É necessária a garantia de defesa, apelação e possibilidade de recorrer, caso haja algum erro de análise do mecanismo moderador e avaliador. A plataforma deve ter transparência para suas decisões e deve buscar nas recomendações internacionais e legislações nacionais sobre liberdade de expressão os parâmetros de restrições de conteúdo e medidas cabíveis em casos de violações graves”, pondera Lara.

Chamado do G7

Também nesta quarta (15), a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, vai aproveitar a reunião de ministros de áreas de tecnologias digitais do G7 para apresentar a empresas de tecnologia um “chamado” para a adoção de medidas mais efetivas para prevenir e combater o que chama de “conteúdos tóxicos”.

O compromisso, que ganhou o nome “Chamado de Christchurch” (em referência à cidade neozelandesa cujo massacre foi transmitido pelo Facebook), não detalha ações, deixando para cada país a definição de quais tipos de iniciativas ou regulações podem contribuir melhor para evitar a difusão de conteúdos tóxicos.

TV Jornal

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Política é principal assunto das fake news no WhatsApp Os autores de uma pesquisa identificaram ainda um aumento significativo nas conversas políticas com dados falsos perto das eleições

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Após analisar por um ano 120 grupos de WhatsApp, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) descobriram que as correntes de mensagens que continham fake news sobre política atingiam mais usuários do que as conversas com desinformação de outros assuntos. O conteúdo enganoso de política também suscitou discussões mais longas e mais duradouras no aplicativo.

Os autores da pesquisa identificaram ainda um aumento significativo nas conversas políticas com dados falsos perto das eleições. “Teve um pico enorme. O momento político favoreceu a discussão com fake news no WhatsApp”, disse um dos coautores do estudo, Josemar Alves, pesquisador de Ciência da Computação da UFMG.

Estudos sobre desinformação no WhatsApp ainda são raros por causa da natureza privada do aplicativo. As mensagens enviadas são criptografadas de ponta a ponta, o que quer dizer que não podem ser lidas por terceiros. Para driblar essa dificuldade, os pesquisadores selecionaram aleatoriamente na internet links de grupos públicos – aqueles em que qualquer um pode participar com uma URL de convite.

Os autores de “Caracterizando cascatas de atenção em grupos de WhatsApp” coletaram 1,7 milhão de mensagens trocadas por 30,7 mil usuários nesses grupos entre outubro de 2017 e novembro de 2018. A maioria tinha discussão com temática política: 78 dos 120 grupos.

Os pesquisadores perceberam que, em grupos de WhatsApp, a função de responder diretamente a uma mensagem criava um encadeamento nas conversas. Eles chamaram essas correntes de mensagens de “cascatas de atenção”. Durante o período de análise, os autores identificaram mais de 150 mil discussões desse tipo.

O próximo passo do estudo foi comparar as mensagens enviadas nessas cascatas a textos de seis sites de fact checking brasileiros – incluindo o Comprova, coalizão de 24 veículos de mídia da qual o faz parte o Estado. Os autores encontraram 666 discussões com conteúdos comprovadamente falsos, 92% delas com teor político.

Os resultados seguem a mesma linha de descoberta de outros trabalhos sobre desinformação, segundo o professor da UFMG Virgilio Almeida, coautor do estudo e associado ao Berkman Klein Center for Internet & Society, da Universidade Harvard. O que a pesquisa brasileira tem de novidade é principalmente a ambientação no WhatsApp.

Diferentemente do Twitter, Facebook e outras redes sociais, o aplicativo não tem algoritmos que influenciam o que os usuários veem primeiro. A ordem de leitura das mensagens é cronológica; é o próprio usuário que define o que quer discutir e o que chama mais sua atenção – o que lhe dá papel fundamental na propagação das fake news. “O conteúdo daquela fake news está de acordo com o que a pessoa acredita e faz com que ela passe para frente aquele conteúdo”, disse Josemar Alves.

O fato de o WhatsApp ser fechado também pode facilitar a disseminação de conteúdo falso. Para o pesquisador, o WhatsApp poderia tomar medidas para elevar o custo de repassar fake news no aplicativo, como criar uma função para que moderadores ou usuários denunciassem pessoas que enviassem conteúdo indevido ou falsificado. Recentemente, a empresa dificultou o encaminhamento de mensagens, limitando o número de repasses que podem ser feitos de uma só vez. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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