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Tecnologia

Será mais fácil usar o WhatsApp com assistente da Google Com a novidade será possível dar início a chamadas de voz e vídeo com um simples pedido

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Se você achava que o WhatsApp tinha poucas opções no que diz respeito a comandos de voz então essa novidade vai te agradar. A app de mensagens já é compatível com o assistente da Google, o Assistant

Isso significa que será possível iniciar chamadas de voz e vídeo apenas com comandos de voz, conta o Android Authority. Para isso basta chamar o assistente com o habitual ‘Hey Google’, dizer que tipo de ligação quer fazer e o destinatário da chamada.

Vale lembrar que esta capacidade já estava disponível através do Assistant para outras apps de mensagens, tais como o Messenger, o Telegram e o Viber.

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Notícias

Tem filhos nas redes sociais? Siga estas 10 dicas de segurança Rede social compartilha noções que os pais devem ter em atenção

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O Facebook revelou dez dicas para se manter seguro nas redes sociais, partilhando noções que os pais devem ter em atenção quando têm filhos com idades para nestas navegarem. Para esclarecer dúvidas dos jovens – ou dos pais! – ou até para resolver questões em família.

Fique a par das dicas reveladas pela rede social:

1. Inicie uma conversa com seu filho o mais cedo possível e antes de ele estar inscrito numa rede social

O Facebook considera que deve começar “a conversar com os seus filhos sobre tecnologia antes de eles chegarem aos 13 anos, a idade que é permitido criar um perfil numa rede social”. Mas, se o seu filho já está numa rede social, “considere adicioná-lo como amigo.”

2. Esteja atento às restrições de idade

“O Facebook e o Instagram não permitem que alguém com menos de 13 anos possa criar uma conta” mas, em alguns países, “o limite de idade pode ser mais alto”. Depende da legislação local.

3 . Deixe bem claro que as regras que se aplicam online são as que se aplicam offline

Ensine o seu filho “a refletir antes de partilhar online e aceitar um pedido de amizade de um estranho”.

4. Peça ao seu filho para o ensinar

“Se houver um serviço que seu filho adolescente costuma usar e não faz ideia de como funciona”, é sugerido que lhe peça para servir “de professor”. “A conversa também pode servir como uma oportunidade para falar sobre questões de segurança, privacidade e proteção”, acrescenta-se.

5.  Identifique e aproveite os primeiros momentos

“Quando o seu filho recebe o seu primeiro celular, é um excelente momento para definir as regras básicas” e quando tiver idade para aderir às redes, “será um bom momento para conversar sobre partilhar conteúdo com segurança.”

6.  Ajude-os a gerir o tempo online

“Defina limites de horário para que o seu filho possa usar as redes sociais ou estar online, e obedeça a estas mesmas regras”, é aconselhado.

7.  Ajude-os a verificar e a configurar as suas definições de privacidade

“Quando o seu filho aderir a uma rede social pode usar as ferramentas e as configurações para ajudá-lo a gerir a conta”, uma vez que o Facebook tem “definições de privacidade para controlar quem pode ser amigo dele, quem pode ver as publicações e se querem partilhar detalhes como a localização”.

8.  Diga-lhes para o informarem se virem algo que os preocupa

O Facebook desenvolveu um “conjunto de políticas (Padrões da Comunidade) que definem o que é e o que não é bom partilhar nas plataformas”. Assim, “existe um link em quase todas as publicações do Facebook e Instagram para denunciar abusos, bullying, assédio e outros problemas”.

9.  Faça disso uma experiência partilhada

Um exemplo da experiência partilhada é “usar um filme ou uma foto e divertir-se a editar com seu filho”. Pode “adicionar filtros e outros recursos de realidade aumentada” ou “perguntar-lhes qual é a coisa favorita deles online”.

10.  Confie em si mesmo

Normalmente, com os filhos, “pode adaptar o mesmo discurso que usa nas atividades offline para as atividades online”. Desta feita, “se achar que o seu filho adolescente responde melhor a um acordo, o Facebook sugere que crie um contrato que os dois possam assinar”.

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Belo Jardim

Golpistas roubam linha de celular e pedem dinheiro à lista de contato da vítima Família da vítima informou que iria prestar queixa e pediu que desconsiderassem o pedido de empréstimo

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Várias pessoas foram surpreendidas nesta terça-feira (11) em Belo Jardim com pedidos de empréstimos suspeitos por meio de aplicativo de troca de mensagens instantâneas. O golpe consiste em roubarem a linha de celular, entrarem no WhatsApp, se passam pelas vítimas e enviarem mensagens aos amigos que estão na lista de contatos para pedir dinheiro.

A equipe da Rádio Bitury e do BJ1 receberam mensagens solicitando um empréstimo de R$ 1.500 e R$ 1.000, respectivamente. Os meliantes estavam se passando por pessoa bastante conhecida, Mauro, morador de Xucuru.

Entretanto, os profissionais dos meios de comunicação não caíram no golpe e alertaram as autoridades competentes, bem como ao Mauro que não estava sabendo que utilizavam sua imagem para pedir dinheiro.

A filha da vítima informou que o celular do pai havia sido clonado e, por motivo de segurança, pediu para removerem o contato e desconsiderarem as mensagens.  A família disse ainda que iria à delegacia registrar um Boletim de Ocorrência.

Com o uso avançado da tecnologia, casos de tentativas de golpes e estelionato são mais comuns do que se possa imaginar, por isso, é preciso estar atento e não fornecer nenhum dado que possa ser utilizado, bem como, depositar ou realizar transferência eletrônica. O conselho para as pessoas que recebem mensagem de amigos pedindo dinheiro, vale, talvez, ligar para o amigo para confirmar o fato ou alertá-lo a possível fraude.

Bj1

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Notícias

Facebook adota medidas para reduzir informação falsa sobre coronavírus O chefe para a área da saúde do Facebook, Kang-Xing Jin, anunciou que a rede social começará a remover publicações que incluam alegações falsas ou teorias de conspiração sobre o vírus

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O Facebook disse estar a trabalhar para limitar a disseminação de desinformação e de conteúdo potencialmente prejudicial sobre o coronavírus, à medida que circulam ‘online’ alegações falsas sobre o surto que causou 259 mortes.O chefe para a área da saúde do Facebook, Kang-Xing Jin, anunciou que a rede social começará a remover publicações que incluam alegações falsas ou teorias de conspiração sobre o vírus que foram sinalizadas pelas autoridades de saúde.

A empresa explicou que se concentrará em publicações que desencorajem as pessoas de receber tratamento médico ou que fazem alegações potencialmente perigosas sobre curas.

O Facebook também limitará a propagação de publicações desmascaradas por verificadores de factos e enviará aos utilizadores que a partilhem uma notificação.

Os utilizadores que pesquisarem informações sobre o vírus no Facebook ou clicarem em determinadas ‘hashtags’ (etiquetas) relacionadas no Instagram receberão um ‘pop-up’ (alerta) a fornecer informações oficiais sobre o vírus.

Além disso, as informações sobre o surto também aparecerão no topo dos ‘feeds’ de notícias dos utilizadores do Facebook, com base nas orientações da Organização Mundial da Saúde.

“Também bloquearemos ou restringiremos ‘hashtags’ usadas para espalhar informações erradas no Instagram e realizaremos análises proativas para encontrar e remover o máximo possível desse conteúdo”, escreveu Jin numa publicação.

“Nem todas essas etapas estão totalmente implementadas. Levará algum tempo para as implementar nas nossas plataformas”, explicou.

Desde o início do surto, várias informações falsas sobre o vírus circularam ‘online’. Entre estas, teorias de conspiração de que o vírus foi criado em laboratório e que as vacinas já foram fabricadas, exageros absurdos sobre o número de doentes e mortos e reivindicações potencialmente prejudiciais sobre curas falsas.

Outras empresas semelhantes anunciaram esforços para conter o fluxo de informações erradas sobre a doença.

Os usuários da rede social Twitter que pesquisam informações sobre o coronavírus agora recebem uma ligação para ‘sites’ dos centros de controlo e prevenção de doenças. Enquanto isso, o YouTube e o Google dizem que estão a promover informações oficiais sobre o vírus para o topo dos resultados das pesquisas.

O Google também anunciou que os utilizadores que pesquisem informações sobre o vírus verão um “Alerta SOS” na parte superior do ecrã, fornecendo ligações para as referências da Organização Mundial da Saúde sobre o surto.

A China elevou para 259 mortos e quase 12 mil infetados o balanço do surto de pneumonia provocado por um novo coronavírus (2019-nCoV) detetado no final do ano em Wuhan, capital da província de Hubei (centro).

Todas as novas 46 mortes ocorreram em Hubei, a província central da China que é o foco do surto que começou em dezembro.

Além do território continental da China e das regiões chinesas de Macau e Hong Kong, há mais casos de infeção confirmados em 24 outros países, com as novas notificações na Rússia, Suécia e Espanha.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou na quinta-feira uma situação de emergência de saúde pública de âmbito internacional.

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