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Campanha de vacinação contra a febre aftosa é prorrogada até o dia 31 de julho Os produtores que não imunizarem seu rebanho pagam multa, ficam impossibilitados de transitar com o seu rebanho e ainda ficam sem pode retirar os créditos bancários para produtor rural.

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A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro) informou, nesta sexta-feira (26), que a primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa que se encerraria no dia 30 de junho foi prorrogada para o dia 31 de julho.

Com a nova data, o Estado espera atingir a meta de imunizar mais de 90% do rebanho para continuar com o status de área livre de febre aftosa com vacinação e pode pleitear o de área livre febre aftosa sem vacinação.

Ainda segundo a Adagro, os produtores que não imunizarem seu rebanho pagam multa, ficam impossibilitados de transitar com o seu rebanho e ainda ficam sem pode retirar os créditos bancários para produtor rural.

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Agronegócio do Vale do São Francisco sofre impactos da pandemia Empresários precisaram repensar modelos de negócio

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A pandemia do novo coronavírus (covid-19) impactou todos os setores da economia mundial. Mesmo considerado atividade essencial, o agronegócio foi impactado no Vale do São Francisco, que inclui Petrolina, no Sertão de Pernambuco, e Juazeiro, na Bahia. A crise fez com que a rotina da produção fosse alterada, e que empresários precisassem repensar seus modelos de negócio.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, Jailson Lima, houve redução bastante significativa das vendas da região. Como no primeiro semestre não há uma janela grande de exportação, a situação foi ainda pior. “Houve uma redução de produção em função de chuvas, mas houve uma redução de consumo em relação ao coronavírus. O mercado teve uma redução grande por conta do acesso às feiras livres, aos mercados de frutícolas de uma maneira geral, tanto aqui no Nordeste como no Sul do País”, avaliou.

A pandemia provocou mudanças na própria rotina de produção, para minimizar os riscos de contaminação pelo novo coronavírus. Nas plantações de uva, os turnos foram alterados para evitar aglomerações e é preciso respeitar a distância mínima entre os trabalhadores. Além disto, pias foram instaladas para que as pessoas pudessem higienizar as mãos. Os veículos de transporte estão sendo desinfectados três vezes ao dia. O mesmo procedimento está sendo realizado no maquinário da embalagem.

Mudança de hábito do consumidor

Na agricultura familiar, os impactos da pandemia estão relacionados à suspensão de contratos de venda e o fechamento de estabelecimentos comerciais, como lanchonetes, bares e restaurantes. A presidente do Sindicato dos Agricultores Familiares e Empreendedores Rurais do Vale do São Francisco (Sintraf), Isália Damacena, destacou ainda a mudança de hábito dos consumidores. “Os agricultores familiares tiveram a perda total das suas safras por conta de não terem para onde escoar os seus produtos”, lamentou.

O sommelier e produtor de vinhos artesanais José Figueredo, que atua em Curaçá (BA), aponta a dificuldade de comercialização, principalmente para quem não trabalha com e-commerce nem com delivery. “A produção pode continuar ativa, agora a grande dificuldade são as incógnitas. Para quem venderemos quando tudo isso passar? Então tudo tem que ser feito com muita cautela, tudo tem que ser muito bem pensado. Agora, claro, sempre otimista, sempre acreditando que quando a normalidade voltar, nós certamente voltaremos com outras vocações, outras orientações, outros procedimentos que nos darão norte, certamente para o sucesso”.

NE10 Interior

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Adagro: Primeira etapa da campanha de vacinação contra aftosa será em junho Todo o rebanho de bovinos e búfalos deve ser imunizado na etapa que acontecerá de 01 a 30 de junho. O Estado precisa manter o índice de cobertura vacinal acima de 90% ...

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A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro)informa que a primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa que aconteceria de 01 a 31 de maio foi adiada para o mês de junho em todos os estados do Nordeste, com exceção da Bahia. A medida foi confirmada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e busca preservar a cobertura vacinal em época de pandemia.

Todo o rebanho de bovinos e búfalos deve ser imunizado na etapa que acontecerá de 01 a 30 de junho. O Estado precisa manter o índice de cobertura vacinal acima de 90% para garantir que continue com o status de área livre de febre aftosa com vacinação.

“ A prorrogação foi necessária  para alinharmos as medidas de isolamento social recomendado no enfrentamento à pandemia de coronavírus à manutenção dos cuidados com a sanidade de bovinos e bubalinos preservando a cobertura vacinal e a certificação sanitária de animais e seus produtos e subprodutos”, explicou o presidente da Adagro, Paulo Roberto Lima.

Mais de 120 mil produtores devem vacinar e declarar na Adagro a imunização do seu rebanho.Nesta etapa a Adagro inovou e por meio do novo sistema o produtor pode realizar a declaração de sua casa, mas também poderá ser feita presencialmente nos escritórios da Agência, se necessário.

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Governo de Pernambuco propõe criação de programa estadual de aquisição de alimentos Com a medida a expectativa é incentivar e promover a inclusão social, modernização da produção, o consumo de alimentos saudáveis e a geração de emprego e renda no campo.

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O Governo do Estado enviou, na última sexta-feira (17), à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe),um projeto de lei instituindo o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PEAAF), instrumento que visa regulamentar a compra institucional de alimentos contemplando a agricultura de base familiar e a economia solidária. Com a medida a expectativa é incentivar e promover a inclusão social, modernização da produção, o consumo de alimentos saudáveis e a geração de emprego e renda no campo.

A iniciativa assegura que, pelo menos, 30% das compras governamentais de alimentos tenham como origem a produção da agricultura familiar. “Vamos iniciar o programa com foco de atingir esse percentual, mas a medida que as associações, cooperativas e organizações do campo tenham condições de ampliar essa oferta, vamos ampliar essa proporção”, explica o secretário de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco, Dilson Peixoto.

A medida abrange as compras governamentais diretas, as indiretas ­– no caso da contratação de alimentação preparada, que passará a contemplar a aquisição obrigatória de insumos da agricultura familiar, pesca artesanal e comunidades tradicionais (indígenas e quilombolas) – e propõe a criação de uma ação de compras diretas com doação simultânea, destinadas ao fornecimento de hospitais, escolas públicas, presídios e instituições de amparo social.

“O Estado tem uma demanda natural de aquisição de alimentos e nada mais natural que essas compras contemplem a agricultura familiar, comunidades indígenas e quilombolas e a pesca artesanal. É uma forma de o Estado gerar emprego e renda no campo”, destacou Dilson.

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