Connect with us
http://jardimdoagreste.com.br/wp-content/uploads/2018/07/728x140.png

Tecnologia

Cade libera pagamento via WhatsApp; Banco Central precisa dar o aval Se o entendimento do conselho do Cade confirmar a notificação prévia, as empresas deverão ser multadas porque o serviço já estava sendo prestado

Publicado há

em

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) atendeu o pedido do Facebook, dono do WhatsApp, e da Cielo e cancelou, nesta terça-feira (30), a suspensão do serviço de pagamentos e transferências realizados entre usuários do aplicativo.

O Cade e o Banco Central barraram o serviço na semana passada até que se esclareça a natureza do negócio.

Com a decisão do Cade, regulador da livre concorrência, abre-se caminho para que o BC, órgão de regulação do mercado financeiro, também libere o serviço. Até que isso ocorra, as transações via WhatsApp continuam suspensas.

A superintendência é a porta de entrada das empresas no Cade para reclamações de concorrentes ou pedidos de anuência ao conselho.

A decisão desta terça-feira não compromete o andamento do processo que segue em tramitação junto ao conselho do Cade para avaliar se o acordo entre as empresas deveria ter sido notificado previamente, como apontaram Cade e BC em suas decisões de suspensão do serviço.

Nos bastidores, os técnicos do Cade consideravam que a chance de reversão a favor do WhatsApp era muito baixa.

No entanto, ao analisar os documentos anexados ao pedido de revisão da medida na sexta-feira (26), o superintendente-geral do Cade, Alexandre Cordeiro de Macedo, se convenceu de que a principal razão para o bloqueio do serviço estava superada.

Havia a preocupação de que a parceria, anunciada em meados de junho, fosse exclusiva entre a credenciadora Cielo, responsável pelo processamento financeiro das transferências e uma das maiores no ramo das maquininhas de pagamentos, as redes de cartões de crédito e de débito do Banco do Brasil, Nubank e Sicredi.

Segundo pessoas envolvidas nas discussões, Macedo queria garantir que o acordo entre as duas empresas permitiria a participação de qualquer outra instituição financeira do mercado.Na defesa ao Cade, foram apresentados contratos do WhatsApp com outras instituições financeiras que ainda não se tornaram públicas.

Diante disso, o superintendente da autarquia decidiu acatar o pedido de suspensão.Em sua decisão, ele afirma que poderá ainda determinar nova suspensão caso novas dúvidas sobre travas à entrada de novos integrantes ao sistema.

No pedido de reconsideração da suspensão do serviço, as empresas afirmaram ainda que o acordo não prevê que, futuramente, elas passem a atuar no mercado de pagamento ou credenciamento (maquininhas), hoje nas mãos de instituições financeiras reguladas pelo BC.Por isso, os advogados das empresas negaram a existência de uma joint venture (que exigiria notificações prévias ao BC e ao Cade).

“As partes entendem que a operação não configura um ato de concentração, porque o contrato celebrado entre Cielo e Facebook não envolverá uma fusão, aquisição de participação societária ou de ativos, incorporação ou criação de consórcio ou joint venture”, escrevem no ofício.

“Além disso, e mais importante, não é possível afirmar que Cielo e Facebook seriam concorrentes em qualquer mercado relevante objeto do contrato.”

Os representantes das duas empresas consideram ainda que não haverá tomada de decisão em conjunto e que as empresas seguirão independentes em suas áreas de negócio. Afirmam que tanto Facebook quanto WhatsApp “não atuam na área de pagamentos no Brasil”. Por isso, não são reguladas pelo BC, ainda segundo os advogados.

O aplicativo serviria somente como “um canal adicional para a realização de transações de pagamento entre usuários”.

Mesmo assim, o processo que investiga se o acordo deveria ter sido previamente notificado terá andamento.

Se o entendimento do conselho do Cade confirmar a notificação prévia, as empresas deverão ser multadas porque o serviço já estava sendo prestado.

A multa máxima em casos similares é de R$ 60 milhões, mas pode haver redução mediante acordo.

Nos bastidores, tanto BC quanto Cade consideraram a operação uma joint venture (parceria), o que significa que as empresas deverão apresentar um pedido de notificação se quiserem prosseguir com esse acordo.

O Cade poderá aprovar sem restrições ou impor condicionantes. A outra opção é a reprovação.No país, o WhatsApp conta com mais de 120 milhões de usuários, mais do que possuem os bancos comerciais em atividade no país.

Comments

comments

Gostou Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Notícias

Nova opção do WhatsApp vai ajudar a detectar notícias falsas Surgirá um novo ícone em mensagens que já tenham sido reencaminhadas por mais pessoas

Publicado há

em

Por

O WhatsApp continua trabalhando em funcionalidades que consigam ajudar a acabar com a disseminação de notícias falsas. Agora terá nova ferramenta onde será mais fácil pesquisar mensagens/notícias que pareçam suspeitas.

A empresa anunciou que se encontra testando uma nova funcionalidade que lhe permitirá fazer uma pesquisa rápida a partir do app de mensagens. Ao receber uma mensagem que tenha sido reencaminhada por mais de cinco pessoas, essa mensagem terá ao lado o ícone de uma lupa que, uma vez pressionado, sugere ‘links’ com o devido ‘fact-checking’.

A imagem abaixo foi divulgada pelo WhatsApp para dar uma ideia de como a funcionalidade poderá ser utilizada, sendo que ainda se encontra em fase de testes. Por enquanto está sendo lançada gradualmente em Android e iOS nos EUA, Reino Unido, Irlanda, Itália, Espanha, Brasil e México.

Comments

comments

Gostou Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
Continue Lendo

Notícias

Golpe finge ser de uma empresa de pesquisa para clonar WhatsApp Saiba como se proteger

Publicado há

em

Por

A Polícia Federal alerta de forma preventiva sobre um golpe que finge ser de uma empresa de pesquisa para clonar o WhatsApp. Aproveitando-se da pandemia do Covid-19, os criminosos dizendo ser de um grupo de pesquisa (Datafolha) estão ligando para o celular das pessoas sob o pretexto de estarem fazendo um levantamento de uma pesquisa que será publicado no índice popular brasileiro. Quando a pessoa aceita participar, o suposto funcionário pergunta sobre se alguém da família teve sintomas do Covid-19. A linguagem é bem técnica e ao final para confirmar a pesquisa, é informado que foi enviado para o celular via SMS um código com seis dígitos. Quando a pessoa repassa os seis números, o WhatsApp é clonado e os bandidos passam a aplicar golpes financeiros acessando a agenda telefônica das vítimas (contato) para tentar alguma vantagem financeira com algum parente ou pessoas próximas (amigos) solicitando dinheiro emprestado. As desculpas são as mais diversas e vão desde que o limite de transferência acabou, o carro quebrou e precisa de dinheiro urgente ou precisam do código para a ativar a venda ou sorteio do produto.

O Instituto Datafolha tem realizado algumas dessas pesquisas por telefone, mas em nenhum momento nenhum são enviadas mensagens de confirmação para o celular das pessoas. Um levantamento feito pela empresa de cibersegurança PSafe (desenvolvedora de aplicativos de segurança) apontou que, a cada dia, 23 pessoas são vítimas de clonagem de suas contas de whatsapp em todo o país. E os golpes financeiros, envolvendo os contatos de quem tem sua conta invadida já atingiu 8,5 milhões de brasileiros

COMO O WHATSAPP É CLONADO?

Quando os usuários navegam em sites como Amazon, Mercado Livre, OLX, Facebook e colocam suas informações, principalmente o número telefônico (que é muitas vezes um requisito para se ter uma conta em tais sites), os criminosos conseguem copiar o número do celular da pessoa. Daí em diante eles cadastram indevidamente o número do telefone do usuário em outro celular e após esse processo, um SMS contendo um código de liberação de acesso é enviado para o celular da vítima, sob o pretexto de segurança da conta. Depois ela é induzida a fornecer esse código ao bandido, ao enviar o número a conta de WhatsApp é bloqueada e o criminoso passa a usar a conta se passando pelo dono do aparelho e começa a  enviar mensagens para os contatos de sua agenda telefônica  na tentativa de roubar dinheiro de pessoas próximas (parentes e amigos).

A tática utilizada pelos criminosos é sempre se passar por funcionários de empresas ou representantes de segurança onde a pessoa fez a publicação de um anúncio de compra ou venda, sob a alegação de que houve uma tentativa de invasão das informações colocadas pela pessoa na internet e para que esses dados se tornem mais seguros de faz necessário informar o código que foi enviado via SMS para o celular da pessoa.  Outra tática utilizada bem recente é quando os bandidos se passam por agentes de pessoas famosas, ligando para o celular das vítimas, informando que elas têm direito a um convite para participar de uma “Festa Vip” na casa ou num hotel luxuoso patrocinado pelo artista. E para que haja a confirmação da pessoa no evento, elas são induzidas a fornecer o número enviado para o celular, que nada mais é do que o código de ativação para clonar o whatsapp. Vários famosos já tiveram seus nomes envolvidos na fraude como: Xuxa Meneghel, Preta Gil, Giovanna Ewbank, Hugo Gloss, Celso Portiolli, dentre outros.

COMO EVITAR TER SEU WHATSAPP CLONADO?

A) Faça a ativação de confirmação em duas etapas, criando um código (PIN) com seis dígitos.

No sistema IOS (Iphone) vá em Ajustes/Conta/Confirmação em duas etapas.

No sistema Android (Samsung) vá em Configurações/Conta/Confirmação em duas etapas.

B) Nunca forneça ou envie o código de ativação a ninguém sob nenhuma hipótese. Nem empresas e nem famosos tem o direito de ter acesso ou solicitar essa numeração. Isso é um dispositivo de segurança que diz respeito apenas ao whatsapp e só podem ser acessados pelo dono da conta e por ninguém mais; A única função desse código é a liberação do WhatsApp para ser instalado em um novo aparelho celular. Portanto se a pessoa não comprou um celular novo ou não fez o procedimento de voltar as configurações de fábrica, o único motivo para estar recebendo esse código é porque um golpista está querendo cloná-lo.

C) É importante que as pessoas leiam a mensagem que está recebendo porque via de regra quando o código é enviado a mensagem já informa que é a autenticação de segurança do WhatsApp.

O QUE FAZER CASO SEU WHATSAPP TENHA SIDO CLONADO?

A) Tente instalar o aplicativo o mais rápido possível. Se der sorte, o golpista não terá colocado a senha enviada pela vítima e será possível retomar a conta.

B) Envie um e-mail para [email protected] informando seu número no formato internacional (+55 9 0000 0000), solicitando bloquear o WhatsApp clonado; ou vá em ajustes/ajuda/faleconosco e informe o problema caso seu celular seja sistema IOS (iphone) ou configurações/ajuda/faleconosco, caso seu celular seja sistema Android (Samsung). O perfil permanecerá suspenso por 30 dias para que você consiga reativá-lo. Depois que a linha estiver ativa outra vez, reinstale o aplicativo do WhatsApp e configure a conta. Se a sua conta não for reativada dentro de 30 dias, ela será completamente apagada dos servidores do WhatsApp e será necessário cadastrar outro número.

C) Entre em contato com a operadora do celular e solicite a suspensão temporária da linha telefônica. Em seguida, vá até uma loja autorizada da empresa de telefonia, apresente os documentos legais do titular da conta e peça para transferirem o número da linha telefônica para um novo chip. O procedimento é feito na hora.

D) Informe as pessoas dos seus contatos, através de redes sociais que sua conta foi clonada e que elas podem ser vítimas de crimes financeiros utilizando o seu nome.

E) Vá até uma Delegacia de Polícia Civil mais próxima e preste um Boletim de Ocorrência a fim de que possa iniciar uma investigação policial. Os crimes para quem se apropria da conta de WhatsApp de terceiros pode ser configurado como invasão de dispositivo telemático, falsidade ideológica, estelionato e furto, com penas que variam de 3 a 15 anos, além de multa.

Fonte: Polícia Federal

Comments

comments

Gostou Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
Continue Lendo

Tecnologia

WhatsApp testa mensagens autodestrutivas Nova versão beta do aplicativo traz registros referentes ao recurso; mudança nas políticas de uso para o Brasil também estão a caminho

Publicado há

em

Por

Já faz algum tempo que o WhatsApp vem trabalhando em um recurso de mensagens que desaparecem depois de um tempo. E agora mais registros da funcionalidade surgiram nos códigos da versão beta do aplicativo, com pistas de como ele vai funcionar.

Os primeiros indícios das mensagens autodestrutivas do WhatsApp surgiram no ano passado. Na época, capturas de tela mostraram a opção de definir um tempo para uma mensagem expirar: poderia ser 5 segundos, ou uma hora.

Os novos registros, porém, contam com algumas diferenças. Em vez de selecionar o tempo que levará até a mensagem ser apagada, o WhatsApp pede para o usuário ativar ou não a opção da mensagem desaparecer após 7 dias. Não está claro ainda se será possível definir outro período de tempo, como sugeriam os registros do ano passado, ou se o recurso só apagará mensagens após uma semana.

A novidade foi incluída na versão 2.20.197.4 do WhatsApp beta para Android, mas ainda não está ativada mesmo para quem faz parte do programa de testes. Não está claro ainda quando – e nem se – o WhatsApp vai liberar o recurso para todos.

Mudanças na política de uso

O WhatsApp também prepara alterações nos termos de serviço, indica o novo beta do aplicativo. O WABetaInfo também encontrou um pequeno banner voltado para o público brasileiro que solicita aos usuários revisar a política de privacidade.

O banner deve aparecer no topo da lista de conversas do aplicativo, tanto no Android quanto no iPhone. Ainda não está claro, no entanto, quais seriam essas alterações, muito menos quando elas vão começar a valer.

Olhar Digital

Comments

comments

Gostou Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
Continue Lendo

Blog Associado

Blog Associado

ASSISTA AO VIVO O PROGRAMA:

Apresentação: Jota Lima

PARCEIROS

PARCEIROS

SISPUM-São-Bento-do-Una

SISPUM-São-Bento-do-Una

STR-São Bento do Una

STR-São Bento do Una

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Banner Blog

Banner Blog

Blogs Sites Parceiros

Blogs Sites Parceiros

Arquivos

Categorias

Leia Também