Produção de milho em Pernambuco deve ficar em 77,9 mil toneladas

  • By Luiz Silva
  • 13 de junho de 2021
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A expectativa para a safra de milho 3ª safra na temporada 2020/2021 em Pernambuco é positiva, com apostas em novas tecnologias e manejos diferenciados. A produção do cereal deve ficar em 77,9 mil toneladas – aumento de 2,1% em relação à safra anterior – especialmente em razão do incremento de área semeada. É o que indica o Boletim do 9º Levantamento da Safra de Grãos, publicado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O panorama completo da produção de milho e outras culturas no estado e em todo o Brasil está disponível no site da Conab, e os comentários dos técnicos responsáveis pelo estudo podem ser conferidos pelo canal da Conab no YouTube.

Em Pernambuco, o milho 3ª safra é semeado na mesorregião do agreste, normalmente, entre abril e junho. No geral, o comportamento das chuvas neste início de safra tem ocorrido dentro da normalidade, estimando-se que a área tenha sido totalmente semeada.

A cultura se encontra em fase de pleno desenvolvimento vegetativo, com algumas áreas já registrando déficit hídrico, podendo implicar em futuras perdas de produtividade. Tem em vista a crescente necessidade pelo produto na região, bem como a valorização do cereal, alguns produtores se organizaram e vêm investindo no amplo emprego de tecnologia nas lavouras, com utilização de variedades híbridas e mais produtivas, além do plantio, tratos culturais e colheitas mecanizadas.

Somando-se às demais graníferas monitoradas pela Conab no estado (contabilizando o próprio milho cultivado em 2ª safra no sertão pernambucano), estima-se uma produção total de grãos na ordem de 249,1 mil toneladas neste ciclo, com 464,6 mil hectares de área cultivada. Vale ressaltar que os números relacionados à produtividade regional no Nordeste estão sujeitos à alta variabilidade espaço-temporal, representado pela condição das chuvas e da recorrência de extremos climáticos, que acarretam produtividades menores que aquelas observadas nos estados que concentram a maior parte da produção brasileira. (Blog do Mário Flávio)

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